sexta-feira, 1 de maio de 2026

ENEL remove ligação clandestina de energia que abastecia casa utilizada como estufa para plantação de cannabis em Cabo Frio


A Enel Distribuição Rio realizou nesta quarta-feira (29), em Cabo Frio, uma operação de combate a irregularidades no consumo de energia, em parceria com os agentes da 126ª DP. As equipes chegaram a uma casa utilizada para a plantação de Cannabis sativa que desviava ilegalmente a energia elétrica.

A irregularidade foi desfeita e, em seguida, realizada a instalação de um medidor de energia no poste da companhia. A polícia fez o registro da ocorrência e vai notificar o responsável pela plantação clandestina e pela fraude na energia elétrica, que não estava no local no momento da operação.

Furtar energia é crime e causa riscos

Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão. Com a nova lei sancionada, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena pode subir para até oito anos.

Quem realiza "gato" de energia também está sujeito ao pagamento dos valores correspondentes ao consumo não registrado durante o período da irregularidade. Além disso, o furto de energia compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a segurança da população, especialmente de quem manipula a rede elétrica de forma clandestina.

As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecargas na rede, além de provocar interrupções no fornecimento de energia. A estimativa da Enel é que, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em cerca de 5%.

Sobre a Enel Distribuição Rio

A Enel Distribuição Rio atende 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, abrangendo 73% do território estadual, com cobertura de uma área de 32.188 km². A Região Metropolitana de Niterói e São Gonçalo e os municípios de Itaboraí e Magé representam a maior concentração do total de 3 milhões de clientes atendidos pela companhia.

Por que sua pele perde firmeza na menopausa e o que fazer agora?


Se tem uma fase da vida que traz mudanças silenciosas, e muitas vezes inesperadas para a pele, é a perimenopausa e a menopausa. O que antes funcionava na rotina de cuidados já não entrega os mesmos resultados, e sinais como ressecamento, perda de firmeza e manchas começam a aparecer com mais frequência.

A explicação está nos hormônios. Com a queda do estrogênio, a pele perde colágeno, fica mais fina e tem mais dificuldade de reter água. O resultado é uma pele mais sensível, menos viçosa e que exige novos cuidados. Não apenas no rosto, mas também no corpo, onde a flacidez, o ressecamento e a perda de elasticidade se tornam mais evidentes.

Ao mesmo tempo, cresce o interesse por soluções que ajudem a manter a qualidade da pele e o bem-estar nessa fase da vida. Esse movimento acompanha uma mudança maior no comportamento feminino. Segundo o IBGE, o Brasil já soma cerca de 59 milhões de pessoas com mais de 50 anos, um público cada vez mais ativo, informado e disposto a investir em saúde, autoestima e qualidade de vida. Não por acaso, avança a chamada “economia da longevidade”, que inclui cuidados estéticos e corporais.

Na prática, isso significa que a rotina precisa mudar e começar pelo básico. “Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais. Nessa fase, a pele perde capacidade de retenção de água e fica mais suscetível a danos externos, então reforçar a barreira cutânea é prioridade”, explica o responsável técnico da Royal Face, Dr. Killian Cristof.

Esse cuidado deve se estender também ao corpo, com o uso de hidratantes mais potentes, estímulo à circulação e tratamentos que ajudem a manter a firmeza e a textura da pele em regiões como braços, abdômen e colo, áreas que também sofrem com as alterações hormonais.

Outro ponto importante é rever os produtos usados. Fórmulas muito agressivas tendem a sensibilizar ainda mais a pele, enquanto ativos hidratantes e regeneradores passam a fazer mais sentido. “A rotina passa a ser mais voltada à reparação e à manutenção da estrutura da pele, com antioxidantes, estimuladores de colágeno, hidratantes e fotoproteção”, orienta o especialista.

Esse novo olhar sobre o cuidado acompanha o crescimento do setor de estética, um dos mais fortes no Brasil. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o país está entre os líderes globais em procedimentos estéticos, com destaque para técnicas não cirúrgicas, como toxina botulínica e preenchimentos.Mas, diferente de anos atrás, o objetivo mudou. “Hoje, as pacientes buscam melhora da qualidade da pele e não transformação facial. Naturalidade é um dos principais critérios de sucesso”, destaca.

Entre os tratamentos mais procurados nessa fase, tanto para o corpo quanto para o rosto, estão os bioestimuladores de colágeno (que ajudam a recuperar a firmeza da pele ao estimular a produção natural dessa proteína); os skinboosters (indicados para hidratação profunda e melhora da qualidade da pele); além de tecnologias como ultrassom microfocado, que atua na flacidez e ajudam a dar mais sustentação aos tecidos.

“Para melhores resultados, o mais indicado é combinar técnicas diferentes, que atuam em camadas e funções distintas da pele, proporcionando resultados progressivos e mais duradouros”, explica.

Com mais informação, as mulheres também chegam mais conscientes aos consultórios e com expectativas diferentes. A busca agora é por resultados sutis, progressivos e que respeitem a individualidade de cada rosto e corpo. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto apenas como estética e passou a ocupar um lugar importante na saúde emocional e na qualidade de vida. Nesse cenário, a prevenção ganha força. Cada vez mais mulheres começam a cuidar da pele antes mesmo da menopausa, apostando em protocolos que ajudam a preservar a firmeza e a hidratação ao longo do tempo.

E, mais do que um cuidado pontual, a lógica agora é de continuidade. “O envelhecimento é um processo contínuo, então o tratamento também deve ser. O acompanhamento permite ajustar protocolos e manter resultados naturais ao longo do tempo”, conclui o Dr. Killian.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A psicologia afirma que adultos na faixa dos 30 e 40 anos que continuam jogando videogames estão construindo algo que só verão aos 70 anos


A associação entre jogar videogames e imaturidade é uma combinação tão enraizada na população que muitos nem questionam o quão equivocada ela é. Não se trata apenas de a psicologia já ter apontado em direções completamente opostas para definir como os jogadores amadureceram de forma diferente no passado; trata-se também de que, partindo dessa mesma premissa, ela também está olhando para o futuro daqueles que, na faixa dos 30 ou 40 anos, continuam jogando videogames.

Os benefícios de continuar jogando depois dos 30 anos

Sem precisar entender como as redes neurais funcionam, a ideia proposta pela OMS não poderia ser mais simples. Se a deterioração cerebral se acelera com a idade, manter um nível elevado de estimulação durante essa fase é fundamental para retardar o aparecimento de doenças como o Alzheimer.

O que os estudos neurológicos ainda não podem comprovar, mas acreditam ter uma boa base para afirmar, é que adultos na faixa dos 30 ou 40 anos que continuam jogando desde a infância estão, sem saber, treinando suas habilidades cognitivas. As redes neurais geradas por esse passatempo constante, que, no melhor cenário, permanecerá ativo na velhice, moldarão o que é conhecido como Reserva Cognitiva.

Digamos que, se essa deterioração neuronal vai acontecer mais cedo ou mais tarde, o que essa área da psicologia e da neurologia propõe é que os jogadores serão capazes de compensar os danos cerebrais graças a todas as redes adicionais que construíram ao longo dos anos, as quais, ao contrário, aqueles que não jogaram videogames, ou pararam de jogar, não possuem.

único problema com toda essa premissa é que, embora tenhamos visto estudos mostrando aumentos consideráveis ​​na massa cinzenta após 6 meses jogando títulos como Super Mario 64, os millennials que cresceram jogando videogames e continuaram a fazê-lo consistentemente ainda não chegaram aos 70 anos.

Em outras palavras, embora tenhamos evidências teóricas e práticas suficientes para acreditar que um futuro melhor os aguarda, ainda não chegou o momento de analisar esses resultados na velhice. No entanto, isso não diminui o valor dos dados que já possuímos.

Daqui a 30 anos, quando alguém começar a cruzar dados sobre a saúde mental dos idosos e compará-los com seus hobbies, alguém terá que explicar por que a mente daqueles que continuaram jogando videogames envelheceu melhor do que a dos demais.

Fechamento de unidades da Faetec acende alerta sobre desmonte do ensino profissionalizante no RJ


Marco Figueiredo critica encerramento de projetos e defende retomada da qualificação profissional para jovens no Estado

O fechamento de unidades da Faetec tem ampliado o debate sobre o enfraquecimento do ensino profissionalizante no Estado do Rio de Janeiro. O tema foi destacado por Marco Figueiredo, liderança com cinco mandatos como deputado estadual, que criticou a descontinuidade de projetos educacionais implantados ao longo de sua atuação.

Segundo Figueiredo, unidades que chegaram a atender milhares de alunos por ano foram desativadas, reduzindo o acesso à qualificação profissional, especialmente para jovens da Baixada Fluminense.

No CETEP de Imbariê, em Duque de Caxias, o atendimento ultrapassava 10 mil alunos por ano. Já em Magé, a unidade da Faetec no bairro Parque Caçula registrava cerca de 5 mil estudantes anuais antes do fechamento.

Outras unidades mencionadas incluem estruturas na região da Taquara, na Automóvel Clube, e no bairro Jardim Anhangá (também em Caixas), que também deixaram de funcionar. Além disso, a unidade de Tamoios, segundo distrito de Cabo Frio, também articulada por Figueiredo, funciona precariamente, com redução de cursos.

Para Figueiredo, o cenário representa um retrocesso grave nas políticas públicas voltadas à educação e à geração de oportunidades. “O ensino profissionalizante tem que ser prioridade. Estamos falando de projetos que qualificavam jovens e abriam portas para o mercado de trabalho”, afirmou.

Ele também destacou a relação direta entre qualificação e redução da violência. “A educação profissionalizante é o melhor caminho para dar oportunidade e afastar os jovens da criminalidade”, disse.

O caso reforça a necessidade de retomada de investimentos no ensino técnico e de políticas públicas contínuas que garantam acesso à formação profissional, especialmente em regiões mais vulneráveis.



O ex-jogador da NFL, Mauro, morre aos 35 anos


O jogador de linha defensiva, nascido na Grã-Bretanha, disputou 80 jogos entre 2014 e 2021, a maioria deles pelo Arizona Cardinals. O pai dele, Greg, confirmou a informação nas redes sociais., externo. Ele faleceu na última quinta-feira. A causa da morte não foi divulgada. "Estamos devastados com a notícia do falecimento de Josh Mauro", disseram os Cardinals em um comunicado.

"Nossos pensamentos estão com sua família, amigos e todos que o conheceram. Estendemos nossas mais profundas condolências a todos que estão sofrendo com essa perda." Mauro, que também jogou pelo New York Giants, Oakland Raiders e Jacksonville Jaguars, nasceu em St Albans, quando seu pai trabalhava no Reino Unido. Sua família retornou aos Estados Unidos quando ele tinha três anos.

O ex-jogador e executivo dos Cardinals, Adrian Wilson, disse: "Tive a oportunidade de conviver com Josh por vários anos com [o técnico Bruce Arians]. "[Josh estava] sempre em forma, sempre pronto para ir aonde quer que fosse chamado. Uma das coisas que eu mais respeitava nele era que você podia confiar nele."

O próximo lugar onde o rosto de Trump aparecerá: alguns passaportes americanos.


A assinatura do presidente Trump será adicionada às notas de dólar americano. Seu nome já foi associado ao Centro John F. Kennedy para as Artes Cênicas. Um projeto para cunhar uma moeda de ouro de 24 quilates com sua imagem está em andamento. Agora existem planos para lançar um passaporte americano de edição limitada com a imagem do presidente.

O Departamento de Estado revelou os planos na terça-feira, afirmando que os novos passaportes serão disponibilizados em comemoração ao 250º aniversário do país neste verão. Um “número limitado de passaportes com design especial” será lançado, de acordo com Tommy Piggott, porta-voz do Departamento de Estado. Eles estarão disponíveis para qualquer cidadão americano que solicitar um na Agência de Passaportes de Washington quando o lançamento ocorrer e continuarão disponíveis enquanto houver estoque, informou o departamento.

As imagens do projeto proposto , que segundo o Sr. Piggott apresentará "arte personalizada e imagens aprimoradas", mostram um Sr. Trump com semblante sério acima de sua assinatura em tinta dourada. O Departamento de Estado afirmou que não haverá custo adicional para os passaportes com o tema Trump. Não está claro quantos serão produzidos.

A reformulação do passaporte é o exemplo mais recente do presidente ou de seus aliados pressionando para colocar seu nome, imagem ou assinatura em instituições em Washington e em todo o país . Os passes para os Parques Nacionais deste ano exibem seu rosto ao lado do de George Washington, e algumas das iniciativas de seu governo, como as contas de poupança Trump para crianças e o TrumpRx, onde os americanos podem comprar medicamentos com receita diretamente, levam seu nome.

Algumas propostas não tiveram sucesso, como a campanha de pressão do Sr. Trump sobre o senador Chuck Schumer, de Nova York, líder da minoria democrata, para que renomeasse a Penn Station de Nova York em sua homenagem , em troca da liberação de bilhões de dólares em fundos federais de infraestrutura congelados.

Outras iniciativas — como a inclusão do nome do Sr. Trump no Kennedy Center e no Instituto da Paz dos Estados Unidos — estão envolvidas em processos judiciais.

A Lammes Candies encerrará suas atividades após 141 anos em Austin


A icônica rede de lojas de doces Lammes Candies, de Austin, encerrará suas atividades após 141 anos de funcionamento. Os clientes ficaram sabendo da novidade por meio de um aviso afixado na unidade da empresa em Round Rock, segundo reportagem do Austin Business Journal .

A loja principal na Airport Boulevard permanecerá aberta "por mais algum tempo para que todos tenham a oportunidade de comprar seus doces favoritos da Lammes Candies", de acordo com o aviso. A loja de Round Rock fechou em 24 de abril, com um aviso que dizia: "Tomamos a difícil decisão de fechar nosso negócio".

Os proprietários citaram "mudanças nas condições de mercado e a sustentabilidade a longo prazo de nossas operações" como os motivos por trás da decisão de encerrar as atividades.

De acordo com os parceiros de mídia da KVUE no Austin-American Statesman , a Lammes é a empresa familiar mais antiga em funcionamento contínuo em Austin . O negócio começou em 1878, quando William Wirt Lamme chegou a Austin vindo de St. Louis e fundou a Red Front Candy Factory no número 721 da Congress Avenue. Após perder a loja em um jogo de pôquer, seu filho, David Turner Lamme, a recomprou em 1885 por US$ 800.

A loja foi renomeada para Lammes e transferida para o número 919 da Avenida Congress. Posteriormente, a Lammes abriu filiais em Twin Oaks, na The Drag, no número 2262 da Rua Guadalupe, e no Shopping Center Delwood, em 1951. Sua atual loja principal, localizada no número 5330 da Avenida Airport, foi inaugurada em dezembro de 1956.

A Lammes Candies abriu e fechou outras lojas nos subúrbios nos últimos anos, incluindo no Barton Creek Square Mall, em Anderson Lane e em Lakeline.

A loja começou vendendo sorvete e gem, uma sobremesa tipo sorbet feita com frutas congeladas e leite integral. Ficou conhecida por seus bombons de noz-pecã macios e saborosos, que foram introduzidos em 1892 usando nozes-pecã de árvores ao longo do Rio Colorado.

Outro produto popular da Lammes Candies são os Longhorns, semelhantes ao que é comumente conhecido no mundo dos doces como "tartaruga". Os Longhorns são feitos com nozes-pecã, caramelo e chocolate.

O logotipo do cordeiro foi o primeiro letreiro de néon em Austin, e a Lammes também teve a primeira fonte de refrigerantes do Texas, segundo a empresa .

“Não foi algo feito de ânimo leve”, dizia a placa na fachada da loja. “A Lammes Candies sempre foi mais do que um negócio, foi um legado de família e parte de tantas vidas e celebrações.”