sexta-feira, 24 de abril de 2026

Soluções à base de algas marinhas contribuem para o aumento da produtividade agrícola


A busca contínua pelo aumento de produtividade na agricultura, sem abrir mão do cuidado com o meio ambiente, leva muitos produtores a olhar com mais atenção para soluções naturais. Nesse contexto, os bioestimulantes à base da alga marinha Ascophyllum nodosum vêm ganhando destaque, principalmente pelos resultados consistentes que apresentam no campo.

Reconhecida por sua alta concentração de compostos bioativos, Ascophyllum nodosum se diferencia entre as matérias-primas utilizadas em outros bioestimulantes. “Se compararmos os bioestimulantes disponíveis no mercado, como aminoácidos e extratos vegetais, os extratos dessa alga oferecem respostas positivas consistentes, sendo muitas vezes mais eficazes”, explica o biólogo marinho Raul Ugarte, diretor de Pesquisa Científica da Acadian Sea Beyond.

Esses efeitos se manifestam de diferentes formas no desenvolvimento das plantas: favorecem o equilíbrio fisiológico, estimulam o crescimento radicular, o que resulta em maior absorção de nutrientes do solo, e aumentam a tolerância a períodos de seca, altas temperaturas e outras adversidades ao longo do ciclo.

Grande parte desse potencial está ligada ao ambiente extremo onde Ascophyllum nodosum se desenvolve naturalmente. Em regiões costeiras, essa alga é submetida a condições severas, com variações intensas de temperatura e exposição. “No Canadá, ela pode enfrentar temperaturas de até 40°C no verão e congelamento no inverno, com variações de até 60°C ao longo do ano”, afirma Ugarte. Essa adaptação contribui para a formação de compostos altamente bioativos, que podem ser aproveitados na agricultura.

Para que esses benefícios sejam plenamente transferidos ao campo, o processo de extração é determinante. No caso da Acadian Sea Beyond, Ascophyllum nodosum passa por uma tecnologia exclusiva que preserva a integridade desses compostos, potencializando sua atuação no metabolismo vegetal. Essa tecnologia permite entregar ao produtor um bioestimulante mais consistente, com respostas previsíveis, promovendo desenvolvimento radicular, maior eficiência no uso de nutrientes e melhor tolerância a estresses.

“Esse cuidado assegura não apenas a qualidade do produto, mas também a disponibilidade a longo prazo, que é importante para o mercado de bioestimulantes”, finaliza Raul Ugarte.


5 formas de usar seu pingente personalizado


A busca por acessórios que representem histórias, sentimentos e identidade tem impulsionado o crescimento das joias personalizadas. Mais do que itens estéticos, esses produtos passam a carregar significados únicos, transformando-se em extensões da personalidade de quem usa.

Nesse contexto, os pingentes personalizados se destacam pela versatilidade e pelo apelo emocional. Seja com iniciais, datas, símbolos ou até mesmo imagens, essas peças permitem diferentes formas de uso, acompanhando o estilo e a rotina de cada pessoa.

A ACIUM, que aposta na personalização como um dos pilares de sua atuação, reforça que o acessório pode ir além do tradicional e se adaptar a múltiplas propostas de styling. A seguir, Eli Neri, CEO da ACIUM Brazil, aponta algumas formas de incorporar o pingente personalizado no dia a dia:

1. Como peça central do look
Usar o pingente como protagonista é uma forma de destacar seu significado. Em composições mais minimalistas, a peça ganha evidência e se torna o ponto focal do visual, chamando atenção tanto pelo design quanto pela história que carrega.

2. Em mix de colares

Combinar o pingente com outros colares de diferentes comprimentos cria um efeito moderno e dinâmico. A mistura de peças permite equilibrar estética e significado, integrando o acessório personalizado a uma composição mais fashionista.


3. No uso diário, como assinatura pessoal

Incorporar o pingente à rotina faz com que ele se torne parte da identidade visual. Usado diariamente, o acessório deixa de ser algo pontual e passa a representar um símbolo constante de memória, afeto ou crença.


4. Em combinações com outros acessórios

O pingente pode ser coordenado com pulseiras, anéis ou brincos, criando um conjunto harmonioso. Essa combinação reforça o estilo pessoal e permite que o acessório dialogue com diferentes elementos do look.

5. Como presente com significado
Além do uso pessoal, o pingente personalizado se destaca como opção de presente. A possibilidade de incluir elementos únicos, como nomes, datas ou imagens, transforma a peça em um símbolo afetivo, que vai além do valor material.


Segundo Eli Neri, a personalização representa uma das principais transformações no mercado de acessórios. “As pessoas querem se ver nas peças que usam. O pingente personalizado traduz exatamente isso: ele carrega uma história, um sentimento, algo único de cada pessoa”, afirma.


Ao unir design, durabilidade e significado, os pingentes personalizados reforçam o papel das joias como elementos que vão além da estética, consolidando-se como parte essencial da construção de identidade no cenário contemporâneo.


Desafio operacional, lei que amplia licença-paternidade funciona como Upgrade estratégico para gestão de pessoas


A chegada da Lei 15.371/26, que amplia gradualmente a licença-paternidade no Brasil para até 20 dias, além de redefinir o papel da paternidade no contexto do mercado de trabalho, ampliar direitos individuais e aumentar a promoção da igualdade de gênero, também causa impactos para empresas e departamentos jurídicos, uma vez que exige adaptação e adequação de regulamentos, rotinas e políticas empresariais.

No entanto, como sua aplicação não é imediata, as empresas e escritórios de advocacia têm um prazo considerável para se prepararem para sua adequação à nova lei. Segundo a norma, nos termos do seu artigo 11, a implantação ocorrerá da seguinte forma:
- Até 31/12/2026 (situação atual) - Mantém-se a regra vigente de 5 dias de licença-paternidade;
- A partir de 01/01/2027: a licença passa para 10 dias
- De 01/01/2028 em diante: a licença ampliada para 15 dias
- A partir de 01/01/2029: a licença atinge o patamar final de 20 dias;

Inicialmente, as organizações devem revisar suas políticas internas de gestão de recursos humanos, regulamentos e sistemas de folha de pagamento para contemplar a ampliação da licença-paternidade para 20 dias, garantindo o correto enquadramento jurídico do afastamento desses trabalhadores quando necessário.

No âmbito operacional, será preciso readequar controles de afastamento e benefícios, por conta do aumento do tempo de afastamento e necessidade de reorganização de equipes; revisar políticas internas e acordos coletivos eventualmente firmados, treinar equipes de RH e compliance para aplicação uniforme da norma, além de alinhar procedimentos com o setor de Contabilidade para fins de compensação previdenciária quando for aplicável.

A lei apresenta em seu texto a ampliação da licença e criação do benefício, mas muitos casos dependerão de regulamentação ou interpretação sistemática. Com base no que conhecemos no ordenamento jurídico atual, poderá haver extensão, por exemplo, em adoção ou guarda judicial; nascimento de filho com necessidade especial (a depender do que vai determinar a regulamentação futura) e até eventuais programas de incentivo, como políticas empresariais próprias.

O benefício poderá ser negado, teoricamente, em caso de ausência de vínculo formal ou qualidade de segurado perante o INSS; descumprimento de requisitos legais ou documentais; fraude ou simulação e, ainda, em situações fora do escopo legal como vínculos sem previsão normativa, exclusivamente civis.

Para as empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã, que já prevê a prorrogação da licença-paternidade de 5 para 20 dias, os 20 dias passam a ser regra geral, reduzindo o diferencial competitivo do programa nesse ponto específico e uma possível redução do incentivo fiscal associado exclusivamente a esse benefício, sendo necessário avaliar se haverá nova extensão adicional ou reconfiguração do programa quando vier a regulamentação completa.

Com a nova lei, entra em vigor uma nova estabilidade no emprego e recomenda-se evitar dispensa sem justa causa durante o período estabilitário; documentar eventuais desligamentos por justa causa e alinhar procedimentos com o setor Jurídico da empresa antes de qualquer rescisão envolvendo empregados em período de licença ou estabilidade.

Riscos, custos e regras

Há diferenças relevantes, no entanto, para os escritórios de advocacia, Para advogados empregados sob regime CLT, aplica-se integralmente a nova legislação e para advogados associados ou sócios (não CLT), não há obrigatoriedade legal direta.

Dessa maneira, a adoção da licença deverá ocorrer por política interna ou negociação individual, como já ocorre com licenças-maternidade em contratos não celetistas. Nesses casos, é importante que as condições sejam formalizadas em regulamento interno ou contrato de associação para mitigar riscos de alegações futuras de tratamento discriminatório ou equiparação.

Todas essas adaptações e movimentações geram apreensão para os gestores, pois trazem impactos para o caixa, uma vez que a lei também institui o salário-paternidade, indicando participação do INSS no custeio do benefício. Até o momento, a operacionalização desse item depende de regulamentação infralegal, mas, por analogia ao que é aplicado ao salário-maternidade (regido pelo artigo 72 da Lei 8.213/91), podemos visualizar dois cenários.

Primeiramente, a compensação via Guia de Recolhimento /eSocial, que deve ser o modelo mais provável, ou o pagamento direto pelo INSS, mediante requerimento do segurado.Dessa forma, haverá custos para as empresas com a necessidade de antecipação do pagamento ao empregado, com posterior compensação; um eventual atraso no ressarcimento pelo INSS e uma certa insegurança operacional até regulamentação definitiva.

Nesse cenário, a recomendação é que as companhias tenham provisões financeiras na medida do possível e façam acompanhamento rígido próximo da regulamentação.

Um upgrade estratégico na Gestão de Pessoas

 Apesar das mudanças estruturais e até de custos nas empresas, a nova lei também pode compor upgrades estratégicos na gestão de pessoas. A nova regra pode ser utilizada estrategicamente sob a ótica da retenção de talentos, desde que bem estruturada e juridicamente segura.

Esse novo benefício pode, por exemplo, fortalecer a proposta de valor ao empregado (employee value proposition), especialmente para profissionais em fase de constituição familiar. Além disso, pode contribuir para um aumento do engajamento e da satisfação, ao demonstrar alinhamento da empresa com práticas modernas de bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional e até contribuir para a redução de turnover, sobretudo em cargos estratégicos nos quais a perda desses profissionais gera maior impacto operacional e financeiro para as companhias.

A lei também tem sua aplicação prevista em estruturas familiares diversas reconhecidos juridicamente, como casais homoafetivos e adoções unilaterais, à luz dos princípios constitucionais de isonomia, proteção à família e não discriminação e, eventuais lacunas, dependerão de regulamentação ou consolidação jurisprudencial.Essa possibilidade coloca a implantação da licença-paternidade como diferenciação competitiva no mercado de trabalho, especialmente em setores com alta demanda por mão de obra qualificada.

Para a promoção da igualdade de gênero, ela contribui muito para a redistribuição mais equilibrada das responsabilidades familiares entre homens e mulheres, reduzindo a sobrecarga historicamente atribuída às trabalhadoras, além de mitigar vieses indiretos na contratação e promoção de mulheres, na medida em que o afastamento por cuidados com filhos deixa de ser um fator exclusivamente feminino.

Outras vantagens que podemos vislumbrar são a redução de riscos de discriminação estrutural, inclusive em práticas de gestão de carreira e o alinhamento com princípios constitucionais de isonomia e com diretrizes de ESG (Environmental, Social and Governance), cada vez mais relevantes no ambiente corporativo.

As empresas que estiverem preparadas para sua implantação com políticas internas claras e isonômicas com formalização em regulamentos ou manuais de RH para aplicação de maneira uniforme para evitar alegações de tratamento discriminatório, vão ingressar bem preparadas no futuro do mercado de trabalho.

O motivo é que a ampliação da licença-paternidade deixa de ser apenas um desafio operacional para ser uma ótima ferramenta de governança, reputação e sustentabilidade organizacional.

 * Rachel Elisa Dourado Vaz Pereira é advogada especialista em Direito do Trabalho no escritório Tardioli Lima Advogados.

Bicudo-do-algodoeiro segue como principal desafio do algodão no Brasil


Na cadeia do algodão, o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) segue como a principal ameaça à produtividade e qualidade da produção e exige atenção redobrada dos produtores ao longo de todo o ciclo, especialmente em períodos estratégicos da safra, quando o monitoramento precisa ser intensificado. Isso porque o inseto ataca diretamente as estruturas reprodutivas da planta, como os botões florais, comprometendo o desenvolvimento e reduzindo em cerca de 70% o potencial produtivo da lavoura.

“O bicudo tem impacto direto na formação da planta, pois atinge estruturas essenciais, como os botões e as maçãs”, explica Luiz Henrique Marcandalli, Head de Marketing da Rainbow. “Se não manejado de forma adequada, ele pode provocar queda dessas estruturas e reduzir significativamente o rendimento da cultura”. Pequeno, com cerca de 3 a 6 milímetros e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) tem alto poder de destruição e grande capacidade de reprodução, o que dificulta seu controle.

Os primeiros sinais de infestação incluem botões florais perfurados, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto “rosetado”. Muitas vezes, os sintomas começam de forma discreta, mas evoluem rapidamente, especialmente quando as condições são favoráveis ao desenvolvimento da praga, reduzindo o tempo de reação do produtor e aumentando o risco de perdas.

Diante desse cenário, o monitoramento constante é essencial para o controle eficiente do bicudo. A inspeção frequente da lavoura, com atenção especial às estruturas reprodutivas, ajuda a identificar precocemente a presença da praga e tomar decisões no momento correto. Além disso, a destruição de restos culturais, a eliminação de plantas voluntárias e o uso de armadilhas na entressafra são importantes para reduzir a população do inseto entre safras. “O controle do bicudo não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de práticas bem executadas e no tempo certo”, destaca Marcandalli.

O manejo integrado também envolve a rotação de mecanismos de ação e o uso criterioso de inseticidas. Nesse quesito, soluções com modos de ação diferenciados ganham destaque, principalmente em áreas com alta pressão da praga. É o caso de produtos à base de etiprole, como Ethrole, da Rainbow, que atua por contato e ingestão. “Mais do que uma medida isolada, o controle do bicudo-do-algodoeiro depende de planejamento, monitoramento e integração de estratégias ao longo da safra, reforçando a importância de uma abordagem técnica e contínua para proteger o potencial do algodão”, conclui Marcandalli.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Perigos no mar de Cabo Frio: por que a região exige atenção extra


O recente desaparecimento de um jovem de Belo Horizonte no mar da Praia do Forte, em Cabo Frio, enquanto estava com o irmão, acende um alerta sobre um perigo constante e muitas vezes invisível nas belas praias da cidade. Embora o cenário seja paradisíaco, as águas locais escondem as traiçoeiras correntes de retorno, que representam um risco significativo para banhistas desatentos.

Essas correntes são canais de água que se movem rapidamente da praia em direção ao mar, em sentido contrário ao das ondas. Elas se formam quando a água que chega à costa precisa de um caminho de volta para o oceano, criando uma espécie de rio que puxa tudo o que estiver em seu fluxo para longe da areia. O perigo aumenta porque, ao ser arrastada, a reação instintiva da pessoa é tentar nadar de volta para a praia, contra a força da água, o que leva à exaustão rápida.

Do lazer ao risco: afogamentos aumentam nas águas de Minas

Praias como a do Forte, por suas características geográficas, são especialmente propensas à formação desses fenômenos. A topografia do fundo do mar e a força das ondulações em Cabo Frio criam as condições ideais para que esses canais se estabeleçam, surpreendendo até mesmo nadadores experientes.

Como identificar o perigo

Apesar de nem sempre serem óbvias, as correntes de retorno deixam alguns sinais. Antes de entrar na água, procure por um trecho com coloração diferente (geralmente mais escura), uma área onde as ondas não quebram ou um caminho de espuma e detritos se movendo mar adentro. Acima de tudo, a principal orientação é respeitar a sinalização com bandeiras vermelhas e seguir rigorosamente as orientações dos salva-vidas. A presença deles é a sua maior segurança, e ignorar seus avisos aumenta drasticamente o risco de acidentes, mesmo em dias de mar aparentemente calmo.

Saiba como agir se for arrastado

O Corpo de Bombeiros possui recomendações claras para quem é pego por uma corrente de retorno. A principal delas é manter a calma, pois o pânico consome energia e dificulta o raciocínio. A estratégia correta não é nadar contra a corrente, mas sim seguir os passos abaixo:

Não lute contra a força da água: tentar nadar em direção à areia só vai causar cansaço extremo.

Nade para o lado: a melhor saída é nadar paralelamente à praia, para a direita ou para a esquerda. As correntes costumam ser faixas estreitas, e alguns metros para o lado podem ser suficientes para escapar da sua influência.

Busque a arrebentação: após sair da corrente lateralmente, procure a zona onde as ondas estão quebrando para usá-las a seu favor e ser empurrado de volta para a faixa de areia.

Peça socorro: se não conseguir sair da corrente, flutue para economizar energia, levante um dos braços para sinalizar e grite por ajuda.

Fonte: Estado de Minas

Morre vereador Maninho de Cabuçu, alvo de tiros em Nova Iguaçu


O vereador de Nova Iguaçu Germano Silva de Olvieira, conhecido como Maninho de Cabuçu, morreu na manhã desta quinta-feira (23), após ter sido vítima de um atentado a tiros quando passava pela Avenida Abílio Augusto Távora, na altura de Cabuçu, nesta quarta-feira (22).

O Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) informou que o vereador, de 58 anos, baleado na região lombar, passou por procedimento cirúrgico na noite desta quarta-feira, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na manhã desta quinta-feira. O corpo será encaminhado ao IML.

O velório será realizado no plenário da Câmara Municipal, das 13h às 16h desta quinta-feira. O enterro acontecerá às 17h, no Cemitério de Nova Iguaçu. Casado e pai de três filhos, ele estava no segundo mandato de vereador. Segundo a Câmara Municipal, o presidente da Casa, Dr. Marcio Guerreiro, decretou luto oficial de cinco dias no município, em razão da perda.

De acordo com testemunhas, Maninho estava nas proximidades do Posto Aliança, quando os suspeitos chegaram em uma moto, atiraram e fugiram em seguida. Moradores alertaram uma patrulha do 20º BPM (Mesquita), que trafegava pela região. Os agentes realizaram os primeiros socorros e o levaram para a UPA de Cabuçu, onde recebeu atendimento inicial. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Geral de Nova Iguaçu.

Em nota, a Câmara Municipal de Nova Iguaçu manifestou pesar pela morte do vereador e prestou solidariedade a familiares e amigos. A Casa também reforçou a necessidade de apuração dos fatos pelas autoridades competentes e a punição dos responsáveis.

3 benefícios da creatina para quem não treina


A creatina é o suplemento da “moda”, ou seja, pessoas de várias faixas etárias recorrem a esse produto por diversos motivos. Mas você sabia que ela não serve apenas para quem se exercita? A nutricionista e personal trainer Aline Becker nos contou três benefícios da creatina para quem não treina. Confira os três benefícios da creatina para quem não treina

Melhora a recuperação muscular

A boa musculatura é sempre bem-vinda para o nosso corpo. “A creatina ajuda na recuperação muscular tanto em quem pratica atividades físicas quanto para quem não pratica, pois ajuda aumentar as fibras musculares, ganhar ou manter massa muscular”, disse Aline.

Hidratação

“A creatina ajuda na hidratação das células do nosso corpo. Essa hidratação extra pode colaborar muito para o desenvolvimento dos músculos e o seu crescimento. Além disso, essa hidratação também é fundamental para aumentar a força muscular”, esclareceu.

Funcionamento cerebral

Contribui para o bom funcionamento de tecidos com intensas flutuações de energias, como o cérebro e os músculos. “Mas, tratando-se do cérebro devido ao seu papel fundamental no equilíbrio de energia, a ingestão de creatina para quem não treina pode ajudar a melhorar a performance cerebral”, concluiu Aline Becker.

É verdade que a creatina interfere no sono?

“As evidências científicas mostram que a creatina é utilizada para exercícios de alta intensidade e curta duração com efeitos positivos na função cognitiva, ou seja, não há comprovação que ela interfira no sono. Lembrando que todo efeito de um suplemento deve ser individualizado”, respondeu a nutricionista e médica do esporte Dra. Flávia Magalhães em contato com a reportagem.

Fonte:MSN