quinta-feira, 23 de abril de 2026

Perigos no mar de Cabo Frio: por que a região exige atenção extra


O recente desaparecimento de um jovem de Belo Horizonte no mar da Praia do Forte, em Cabo Frio, enquanto estava com o irmão, acende um alerta sobre um perigo constante e muitas vezes invisível nas belas praias da cidade. Embora o cenário seja paradisíaco, as águas locais escondem as traiçoeiras correntes de retorno, que representam um risco significativo para banhistas desatentos.

Essas correntes são canais de água que se movem rapidamente da praia em direção ao mar, em sentido contrário ao das ondas. Elas se formam quando a água que chega à costa precisa de um caminho de volta para o oceano, criando uma espécie de rio que puxa tudo o que estiver em seu fluxo para longe da areia. O perigo aumenta porque, ao ser arrastada, a reação instintiva da pessoa é tentar nadar de volta para a praia, contra a força da água, o que leva à exaustão rápida.

Do lazer ao risco: afogamentos aumentam nas águas de Minas

Praias como a do Forte, por suas características geográficas, são especialmente propensas à formação desses fenômenos. A topografia do fundo do mar e a força das ondulações em Cabo Frio criam as condições ideais para que esses canais se estabeleçam, surpreendendo até mesmo nadadores experientes.

Como identificar o perigo

Apesar de nem sempre serem óbvias, as correntes de retorno deixam alguns sinais. Antes de entrar na água, procure por um trecho com coloração diferente (geralmente mais escura), uma área onde as ondas não quebram ou um caminho de espuma e detritos se movendo mar adentro. Acima de tudo, a principal orientação é respeitar a sinalização com bandeiras vermelhas e seguir rigorosamente as orientações dos salva-vidas. A presença deles é a sua maior segurança, e ignorar seus avisos aumenta drasticamente o risco de acidentes, mesmo em dias de mar aparentemente calmo.

Saiba como agir se for arrastado

O Corpo de Bombeiros possui recomendações claras para quem é pego por uma corrente de retorno. A principal delas é manter a calma, pois o pânico consome energia e dificulta o raciocínio. A estratégia correta não é nadar contra a corrente, mas sim seguir os passos abaixo:

Não lute contra a força da água: tentar nadar em direção à areia só vai causar cansaço extremo.

Nade para o lado: a melhor saída é nadar paralelamente à praia, para a direita ou para a esquerda. As correntes costumam ser faixas estreitas, e alguns metros para o lado podem ser suficientes para escapar da sua influência.

Busque a arrebentação: após sair da corrente lateralmente, procure a zona onde as ondas estão quebrando para usá-las a seu favor e ser empurrado de volta para a faixa de areia.

Peça socorro: se não conseguir sair da corrente, flutue para economizar energia, levante um dos braços para sinalizar e grite por ajuda.

Fonte: Estado de Minas

Morre vereador Maninho de Cabuçu, alvo de tiros em Nova Iguaçu


O vereador de Nova Iguaçu Germano Silva de Olvieira, conhecido como Maninho de Cabuçu, morreu na manhã desta quinta-feira (23), após ter sido vítima de um atentado a tiros quando passava pela Avenida Abílio Augusto Távora, na altura de Cabuçu, nesta quarta-feira (22).

O Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) informou que o vereador, de 58 anos, baleado na região lombar, passou por procedimento cirúrgico na noite desta quarta-feira, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na manhã desta quinta-feira. O corpo será encaminhado ao IML.

O velório será realizado no plenário da Câmara Municipal, das 13h às 16h desta quinta-feira. O enterro acontecerá às 17h, no Cemitério de Nova Iguaçu. Casado e pai de três filhos, ele estava no segundo mandato de vereador. Segundo a Câmara Municipal, o presidente da Casa, Dr. Marcio Guerreiro, decretou luto oficial de cinco dias no município, em razão da perda.

De acordo com testemunhas, Maninho estava nas proximidades do Posto Aliança, quando os suspeitos chegaram em uma moto, atiraram e fugiram em seguida. Moradores alertaram uma patrulha do 20º BPM (Mesquita), que trafegava pela região. Os agentes realizaram os primeiros socorros e o levaram para a UPA de Cabuçu, onde recebeu atendimento inicial. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Geral de Nova Iguaçu.

Em nota, a Câmara Municipal de Nova Iguaçu manifestou pesar pela morte do vereador e prestou solidariedade a familiares e amigos. A Casa também reforçou a necessidade de apuração dos fatos pelas autoridades competentes e a punição dos responsáveis.

3 benefícios da creatina para quem não treina


A creatina é o suplemento da “moda”, ou seja, pessoas de várias faixas etárias recorrem a esse produto por diversos motivos. Mas você sabia que ela não serve apenas para quem se exercita? A nutricionista e personal trainer Aline Becker nos contou três benefícios da creatina para quem não treina. Confira os três benefícios da creatina para quem não treina

Melhora a recuperação muscular

A boa musculatura é sempre bem-vinda para o nosso corpo. “A creatina ajuda na recuperação muscular tanto em quem pratica atividades físicas quanto para quem não pratica, pois ajuda aumentar as fibras musculares, ganhar ou manter massa muscular”, disse Aline.

Hidratação

“A creatina ajuda na hidratação das células do nosso corpo. Essa hidratação extra pode colaborar muito para o desenvolvimento dos músculos e o seu crescimento. Além disso, essa hidratação também é fundamental para aumentar a força muscular”, esclareceu.

Funcionamento cerebral

Contribui para o bom funcionamento de tecidos com intensas flutuações de energias, como o cérebro e os músculos. “Mas, tratando-se do cérebro devido ao seu papel fundamental no equilíbrio de energia, a ingestão de creatina para quem não treina pode ajudar a melhorar a performance cerebral”, concluiu Aline Becker.

É verdade que a creatina interfere no sono?

“As evidências científicas mostram que a creatina é utilizada para exercícios de alta intensidade e curta duração com efeitos positivos na função cognitiva, ou seja, não há comprovação que ela interfira no sono. Lembrando que todo efeito de um suplemento deve ser individualizado”, respondeu a nutricionista e médica do esporte Dra. Flávia Magalhães em contato com a reportagem.

Fonte:MSN

Rio joga até R$ 720 milhões por ano no lixo


A cidade do Rio de Janeiro descarta, literalmente, centenas de milhões de reais por ano junto com o lixo. Apesar de gerar cerca de 3,4 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) anualmente, menos de 1% desse volume é reciclado.

O dado faz parte de um levantamento conduzido pelo Mestrado em Ciências do Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida (UVA), com base nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA 2025, ano-base 2024).

 

De acordo com a análise, mesmo avanços modestos na recuperação de resíduos já teriam impacto significativo. Se apenas 10% dos materiais fossem reaproveitados, seria possível movimentar entre R$ 75 milhões e R$ 145 milhões por ano.
 

Em um cenário mais avançado, com 50% de aproveitamento, esse valor poderia chegar a até R$ 720 milhões anuais, considerando recicláveis secos (plásticos, papéis, metais e vidro) e a fração orgânica, destinada à compostagem ou geração de energia.
 

Hoje, no entanto, cerca de 3,36 milhões de toneladas por ano no município do Rio permanecem fora de qualquer cadeia estruturada de valorização, sendo encaminhadas majoritariamente para aterros sanitários.
 

“O Brasil construiu um sistema de coleta relativamente robusto, com alta cobertura. O problema é que essa eficiência não se estende às etapas seguintes. Coletamos bem, mas reaproveitamos muito pouco”, afirma Carlos Eduardo Canejo, professor da UVA e pesquisador responsável pelo levantamento.
 

Segundo dados do SINISA, 92,6% da população brasileira é atendida por serviços regulares de coleta, índice que chega a 98% nas áreas urbanas. Ainda assim, cerca de 16,1 milhões de pessoas permanecem sem acesso a esse serviço, especialmente em regiões mais vulneráveis.
 

O maior gargalo, contudo, está nas etapas intermediárias da cadeia. A coleta seletiva atende apenas 40,6% da população e está presente em menos de um terço dos municípios brasileiros (29,2%). Mais crítico ainda é o desempenho: apenas 4,2% da massa total de resíduos domiciliares é efetivamente coletada de forma segregada.
 

“Existe uma diferença clara entre cobertura e eficiência. A coleta seletiva, na prática, ainda não opera com escala nem integração suficientes para alterar o destino final dos resíduos. Isso faz com que materiais com alto potencial de reaproveitamento continuem sendo tratados como rejeitos”, explica Canejo.
 

No Estado do Rio de Janeiro, o padrão nacional se repete. Enquanto municípios apresentam alta cobertura de coleta, a recuperação efetiva de resíduos permanece baixa ou inexistente. Na capital, menos de 34 mil toneladas por ano são recuperadas, diante de um universo superior a 3,4 milhões de toneladas geradas.
 

“Independentemente da escala do município, o resultado é praticamente o mesmo: quase 100% dos resíduos acabam em aterros. Isso revela uma falha sistêmica, não apenas pontual”, destaca o docente.
 

A análise também aponta que a fragmentação da infraestrutura de gestão de resíduos no país compromete a eficiência do sistema. O Brasil conta com cerca de 5.860 unidades de processamento, incluindo aproximadamente 700 aterros sanitários, 252 aterros controlados e 1.509 lixões ainda ativos, além de unidades de triagem e compostagem distribuídas de forma desigual.

Educação e Qualificação em Tamoios: Marco Figueiredo cobra entrega da obra de Centro Tecnológico


Em visita técnica ao distrito de Tamoios, em Cabo Frio, a liderança política Marco Figueiredo destacou o atraso da obra do prédio destinado à instalação de uma unidade que deveria ser referência em educação e qualificação profissional na Região dos Lagos. Com o peso de cinco mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa (ALERJ), Figueiredo reafirmou que a retomada de projetos educacionais, como a integração com a estrutura da Faetec, é uma prioridade absoluta em sua agenda de compromissos com o interior do estado.

Promessa Não Cumprida: 63 Meses de Omissão

O foco da denúncia é o projeto do Centro Tecnológico de Tamoios. As obras de prospecção do terreno tiveram início em janeiro de 2021, mas o que deveria ser um polo de inovação tornou-se um monumento ao descaso. A placa oficial da obra indicava um prazo de conclusão de 57 meses, no entanto, o cronograma já atingiu a marca de 63 meses sem que a estrutura esteja perto de ser entregue à população.

“Educação transforma, abre portas e gera oportunidades. Não podemos aceitar que um espaço com tanto potencial esteja parado. Lutarei incansavelmente para que o ensino de qualidade para nossa juventude e trabalhadores de Tamoios se torne realidade”, afirmou Figueiredo.

A morosidade da obras em Tamoios ganha contornos ainda mais graves quando analisada sob a ótica do escândalo que abalou o Estado do Rio de Janeiro e culminou na cassação do governador. O esquema, que envolveu o uso da Fundação Ceperj para a criação de uma "folha de pagamento secreta" com saques de mais de R$ 220 milhões em dinheiro vivo, drenou recursos que deveriam ter sido aplicados em projetos como este centro tecnológico.

Experiência e Legado na Educação

Ao longo de sua trajetória parlamentar, Marco Figueiredo sempre se destacou por iniciativas voltadas à educação e à inclusão social. Foi autor de projetos que incentivaram a qualificação profissional e a criação de programas voltados para a juventude, consolidando sua atuação em comissões da ALERJ onde defendeu políticas públicas que aproximassem o ensino técnico das demandas reais do mercado de trabalho.

A defesa da retomada das obras em Tamoios reforça sua identidade como uma das maiores lideranças estaduais comprometidas com o futuro da Região dos Lagos, colocando a transparência na gestão pública e a educação como eixos centrais de transformação social. Veja a denúncia no vídeo abaixo publicada nas redes sociais de Marco Figueiredo.


Mofo e umidade: como prevenir problemas comuns no outono dentro de casa


Com a chegada do outono, é comum que as temperaturas mais amenas e o aumento da umidade criem o ambiente ideal para o surgimento de mofo dentro de casa. O problema, além de comprometer móveis, roupas e paredes, também pode afetar a saúde, principalmente de pessoas com alergias e problemas respiratórios.

Ambientes fechados, pouca circulação de ar e acúmulo de umidade são fatores que contribuem diretamente para a proliferação de fungos. Por isso, adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para manter a casa protegida durante a estação. Confira algumas dicas práticas que a Multicoisas, rede de franquias de itens para o dia a dia, separou para evitar mofo e umidade no dia a dia:

1. Mantenha os ambientes ventilados sempre que possível

Mesmo em dias mais frios, é importante abrir portas e janelas por alguns minutos para permitir a circulação de ar. Esse hábito ajuda a reduzir a umidade acumulada e dificulta o aparecimento de mofo.

2. Evite o acúmulo de umidade em armários e gavetas

Roupas guardadas ainda úmidas ou espaços muito fechados favorecem o surgimento de odores e manchas. Utilizar organizadores que permitam melhor distribuição dos itens e evitar o excesso de peças ajudam a manter a ventilação interna.

3. Utilize soluções que ajudam a controlar a umidade

Itens como desumidificadores e produtos antimofo são aliados importantes, especialmente em locais mais críticos, como guarda-roupas, despensas e armários de cozinha. Eles ajudam a absorver a umidade do ambiente e prolongam a conservação de roupas e objetos.

4. Atenção a paredes e áreas com infiltração

Manchas escuras, bolhas na pintura ou cheiro persistente de mofo podem indicar infiltrações. Nesses casos, é importante agir rapidamente, utilizando produtos de vedação e impermeabilização para evitar que o problema se agrave.

5. Evite encostar móveis diretamente na parede

Deixar um pequeno espaço entre móveis e paredes facilita a circulação de ar e reduz a chance de acúmulo de umidade, especialmente em ambientes mais frios ou com pouca ventilação.

6. Cuide da limpeza regularmente

A higienização frequente de superfícies, principalmente em áreas mais úmidas, ajuda a evitar a proliferação de fungos. Produtos específicos para limpeza e manutenção contribuem para manter o ambiente mais seguro e saudável.

Prevenir o mofo é mais simples do que lidar com suas consequências. Pequenas mudanças na rotina ajudam a proteger a casa, preservar móveis e roupas e garantir mais conforto durante o outono.

A Multicoisas oferece soluções práticas para o controle da umidade e manutenção dos ambientes, com itens que auxiliam na organização, vedação e conservação dos espaços, contribuindo para uma casa mais saudável e funcional ao longo da estação.

Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.

 

A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2

 

DPOC é subdiagnosticada

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6

 

Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3

 

Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3

 

“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.

 

Mais sobre o tratamento

O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8

 

“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.

 

Sobre a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3

 

Sobre o estudo MATINEE

O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2

 

O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2

 

Sobre Nucala (mepolizumabe)

Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

 

Sobre a GSK

A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

 

Referências

  1. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
  1. Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
  1. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
  1. Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
  1. Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
  1. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.