sábado, 18 de abril de 2026

Vai viajar no feriado? Não esqueça do cuidado com as pernas


Com a proximidade dos feriados de 21 de abril e 1º de maio, milhares de brasileiros se preparam para encarar rodovias e aeroportos em busca de dias de descanso. No entanto, o planejamento deve incluir o cuidado com a saúde das pernas. De acordo com especialistas, o hábito de permanecer sentado por muito tempo, que é uma característica comum em deslocamentos de longa distância, prejudica o mecanismo natural de bombeamento do sangue venoso para o coração.

Essa estagnação ocorre quando o sistema circulatório perde o auxílio da musculatura para vencer a gravidade. Com o corpo estático, o processo falha e resulta em sintomas imediatos como pernas pesadas e edemas. Conforme dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e do Ministério da Saúde, essa condição favorece a formação de coágulos internos, conhecidos como trombos, que trazem riscos severos à saúde sem a devida atenção preventiva.

 

Para assegurar que o trajeto seja tão prazeroso quanto o destino e evitar que problemas vasculares interrompam o lazer, o Ministério da Saúde e especialistas da SBACV recomendam ações práticas: 

  1. No carro, planeje paradas: a cada duas horas de estrada, estacione o veículo para caminhar por pelo menos cinco minutos. Esse intervalo reativa a circulação e evita o acúmulo de sangue nas extremidades.
     
  2. No avião e ônibus, evite a imobilidade: mesmo em espaços reduzidos, realize movimentos de "sobe e desce" com os calcanhares. Use o corredor para curtas caminhadas e visitas ao banheiro sempre que permitido para estimular o fluxo sanguíneo.
     
  3. Mantenha o corpo alinhado: procure manter as pernas o mais esticadas possível sob a poltrona à frente. Evite dobrar os joelhos em ângulos muito agudos, pois a dobra excessiva dificulta a passagem do sangue.
     
  4. Não cruze as pernas: essa posição comprime veias importantes atrás do joelho e funciona como um obstáculo extra para a circulação. Mantenha os dois pés apoiados no chão ou em um suporte.
     
  5. Atenção à hidratação: beba água regularmente para preservar a fluidez do sangue e evite o consumo excessivo de cafeína ou álcool, substâncias que contribuem para o inchaço.
     
  6. Use meias de compressão graduada: item indispensável para qualquer modalidade de viagem longa, a pressão controlada da meia atua como um suporte externo que auxilia o retorno venoso, previne a fadiga e o risco de trombose.

Meias de compressão 

A SIGVARIS GROUP, referência no tratamento de doenças circulatórias, desenvolve soluções médicas de alta qualidade que unem suporte técnico e bem-estar, oferece a linha Traveno, desenvolvida com tecnologia específica para longos deslocamentos. A meia aplica uma compressão graduada que começa no tornozelo e diminui em direção ao joelho, o que ajuda o sangue a circular melhor e evita inchaços e sensação de pernas pesadas. 

Escute Suas Pernas 

Alinhada ao propósito de bem-estar, a SIGVARIS GROUP promove a campanha "Escute Suas Pernas", que orienta a população a não ignorar sintomas como dores, cansaço, sensação de peso, edemas, varizes, entre outros.
 

Para saber mais sobre a campanha visite o site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e o perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais.

Brasileirão 2026 tem queda de 13% na média de público e somente quatro times com mais de 30 mil por partida


O Brasileirão 2026 chega à 12ª rodada a partir do próximo sábado (18) e, após passado mais de um quarto do campeonato, a competição apresenta uma média de público de 22,4 mil torcedores. A atual ocupação representa uma queda de 13,2% em relação à média de 25,8 mil à esta mesma altura da competição em 2025. Outro ponto que chama a atenção é que neste ano somente quatro equipes têm levado mais de 30 mil espectadores por jogo – foram dez clubes em 2023, nove em 2024 e seis em 2025.

Quem novamente lidera o ranking é o Flamengo, com média de 57,98 mil torcedores por jogo, seguido pelo Bahia, que, com 36,98 mil espectadores por partida, supera equipes como Corinthians, São Paulo, Palmeiras, entre outros clubes. Na sequência, Corinthians (32,63 mil), São Paulo (30 mil) e Fluminense (28,27 mil) completam o top-5.

Destes, o São Paulo foi um dos únicos que registrou maior presença do torcedor em 2026, com alta de 25% no MorumBis em relação à média de 24 mil em 2025. No total, o Tricolor Paulista levou mais de 150 mil pessoas nesta edição do principal torneio nacional. Eduardo Toni, diretor de marketing do São Paulo FC, destaca que a alta também passa por iniciativas realizadas pelo clube.

"O São Paulo tem feito um trabalho para trazer cada vez mais torcedores ao MorumBis. A nossa casa é um lugar imponente, tradicional e que oferece aos torcedores diversas atrações. Além das partidas de futebol, o estádio conta com centro de fisioterapia, academia, loja do clube, um tour completo e diversos restaurantes de alta gastronomia. Por conta de tudo isso que oferecemos aos fãs, em média, seis mil pessoas circulam diariamente pelo lugar", afirma.

Já nos casos tanto do Flamengo como do Corinthians, por exemplo, apesar da boa ocupação atual, houve queda significativa, já que os clubes levaram, respectivamente, 66 mil e 38 mil espectadores por jogo em 2025.

O que explica a queda dos números?

Entre os principais motivos listados por especialistas para a menor adesão do público em 2026, destaca-se o começo antecipado do Campeonato Brasileiro neste ano, com início em janeiro, o que causou um acúmulo de jogos nas primeiras semanas de 2026. Nesse sentido, o atual patamar dos preços dos ingressos também se destaca entre os fatores que podem justificar tal cenário. É o que aponta Fábio Wolff, sócio-diretor da agência de marketing esportivo Wolff Sports.

“A mudança nos horários tradicionais, com jogos mais cedo durante a semana e à noite, nos fins de semana, também influencia o comportamento do torcedor. Soma-se a isso o alto custo dos ingressos, sobretudo nos grandes centros, o que pode levar à escolha por partidas específicas, como confrontos de mata-mata ou jogos do próprio Brasileirão. Nesse contexto, a antecipação do início do campeonato para janeiro criou um cenário inédito, em que clubes passaram a conciliar, ao mesmo tempo, estaduais, Brasileirão e, em alguns casos, as fases iniciais da Copa do Brasil, ampliando o volume de jogos em disputa”, explica.

André Dalto, VP de Administração do SC Internacional, clube com média de 21 mil torcedores na atual edição, adota raciocínio semelhante: “A precificação é um dos fatores relevantes. Nesse ponto, o Inter trabalhou este ano para diversificar os produtos. Temos cerca de 150.000 sócios que contam com vantagens e ingressos a partir de R$ 10, visando diminuir o impacto financeiro. Outra questão é sobre os horários e logística: jogos realizados em horários tardios dificultam o transporte público, impactando principalmente os torcedores da região metropolitana de Porto Alegre. Por fim, o calendário também influencia. Com o campeonato começando muito cedo, entre janeiro e fevereiro, coincidindo com o período de férias e o Carnaval, há um esvaziamento dos estádios. Estamos sempre atentos a todos esses fatores para tentar contornar possíveis baixas de público”, destaca.

Além disso, outro dos motivos levantados anteriormente para a queda do público foi a obrigatoriedade do acesso aos estádios por meio do reconhecimento facial, imposta aos locais com capacidade de pelo menos 20 mil pessoas desde junho de 2025, e que torna os ingressos intransferíveis. Em Itaquera, por exemplo, o Corinthians tem tido dificuldade em manter as médias de outros tempos, próximas à casa dos 40 mil.

Em um contexto mais geral, entretanto, o próprio Brasileirão de 2025 mostrou que o público subiu após a implementação da tecnologia: os jogos após esse período somaram média de 26,5 mil torcedores, enquanto a média geral da edição do ano passado foi de 26,3 mil. Quem também reforça a conjuntura é Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply, empresa responsável pela implementação do reconhecimento facial em mais de 10 estádios no país, atualmente fornecendo sistemas para locais como Casa de Apostas Arena Fonte Nova, Beira-Rio, Ligga Arena e Mangueirão. Segundo o executivo, a tendência inclusive pode ser de alta de público com a tecnologia.

“A partir da implementação dessas tecnologias, há o aprimoramento da experiência dos torcedores, fator que também pode ser mais um atrativo para a presença nos estádios. O sistema é capaz de autenticar o usuário em poucos segundos, o que possibilita reduzir consideravelmente o tempo de espera e evitar aglomerações nas entradas. Consequentemente, é possível proporcionar maior conforto, comodidade e uma experiência muito mais positiva aos espectadores”, afirma Tironi.

Estratégias para impulsionar o público

Além de alternativas como o aprimoramento dos programas de sócios-torcedores e descontos nos ingressos, a busca pelo oferecimento de experiências diferenciadas também desponta como estratégia. Nos principais estádios do país, por exemplo, destacam-se camarotes premium, com atrações musicais antes das partidas, além de serviço de comidas e bebidas e até a oportunidade de assistir aos jogos na companhia de ídolos do clube. Em locais como Neo Química Arena, Morumbis e o estádio do Palmeiras, a Soccer Hospitality, empresa especializada em hospitalidade premium em estádios, opera com a gestão desses espaços premium, e hoje soma cerca de 18 mil assentos por rodada em nove estádios pelo país, com taxas de ocupação que chegam a 93% no Sudeste e 80% no Nordeste.

De acordo com Léo Rizzo, CEO da empresa, os números reforçam o potencial da hospitalidade premium como uma frente relevante dentro da experiência nos estádios brasileiros apesar da queda da média do público nas arquibancadas. “O torcedor hoje é muito mais seletivo e racional na decisão de ir ao estádio. Ele não compra apenas o jogo, mas toda a experiência ao redor - e isso envolve horário, mobilidade, segurança, conforto e o que ele vai encontrar do portão para dentro. Em um cenário de calendário mais apertado e com múltiplas opções de consumo de futebol, como transmissões acessíveis e conteúdo em tempo real, o torcedor faz uma escolha mais criteriosa sobre onde investir tempo e dinheiro”, completa Rizzo.

Ainda de acordo com especialistas, a queda do público na edição do Brasileirão deste ano, até o momento, pode ser vista ainda como algo pontual, entretanto é necessário que os clubes sigam mantendo no radar iniciativas para garantir a presença da torcida. “A capacidade dos clubes em atrair torcedores para o estádio, sobretudo nos momentos mais decisivos, é indiscutível, bem como a paixão da torcida. Entretanto, é fundamental manter programas de fidelidade eficazes para impulsionar a presença em todos os momentos da temporada, seja a partir de promoções dentro dos planos de sócio-torcedor, descontos nos ingressos ou novas ações de marketing”, pontua Bruno Brum, CMO da End to End, empresa que realiza ativações para clubes.

No longo prazo, tais ações ganham peso principalmente levando em conta os novos hábitos, em especial de públicos como a Geração Z, em que já há, por exemplo, a preferência pelo consumo de esportes por meio das redes sociais (56%) em detrimento da TV aberta (54%), segundo o estudo “Faces do Esporte”, conduzido pela MindMiners. Outro destaque é a alta demanda por formatos gamificados, a exemplo da grande adesão de competições como a Kings League no Brasil, que surgiu com uma propostas de dinâmica e imprevisibilidade inspirada no games e que, com a final da Copa do Mundo da modalidade deste ano, ficou a apenas 141 espectadores de bater o recorde de público do estádio do Palmeiras. outro exemplo é o fato de 61,3% da geração Z considerarem-se gamers segundo a Pesquisa Game Brasil de 2025.

Bruna Simões, CEO da Thunder Games, empresa desenvolvedora de soluções gamificadas, reafirma tal panorama. “Observamos que a mudança de hábitos não é apenas de preferência, mas de comportamento. Isso porque a nova geração consome esporte de forma digital, fragmentada e altamente interativa. E formatos gamificados conseguem capturar essa atenção, na medida em que aliam competição, entretenimento, criadores e comunidade em uma única experiência. Esse modelo dialoga diretamente com a forma como o público jovem se informa, se conecta e passa o tempo hoje”, pontua.

Confira, a seguir, o ranking de público do Brasileirão 2025 até o momento:

1. Flamengo - 57,98 mil
2. Bahia - 36,98 mil
3. Corinthians - 32,63 mil
4. São Paulo - 30 mil
5. Fluminense - 28,27 mil
6. Cruzeiro - 27,29 mil
7. Remo - 25,42 mil
8. Coritiba - 24,33 mil
9. Athletico-PR - 23,96 mil
10. Atlético-MG - 23,63 mil
11. Internacional - 21,00 mil
12. Palmeiras - 19,53 mil
13. Grêmio - 19,50 mil
14. Vitória - 19,26 mil
15. Vasco - 19,02 mil
16. Chapecoense - 14,26 mil
17. Botafogo - 13,64 mil
18. Santos - 11,39 mil
19. Mirassol - 5,2 mil
20. Red Bull Bragantino - 4,24 mil

São Paulo pode rescindir com Arboleda após 30 dias? Entenda cenário


A novela entre Arboleda e São Paulo ganhou novos capítulos. O zagueiro teria descumprido nova promessa feita ao São Paulo ao não se reapresentar no CT da Barra Funda na última quarta-feira (15), conforme combinado anteriormente.

O clube ainda teria enviado duas notificações pedindo justificativas ao zagueiro, mas ainda sem resposta plausível e que considere o suficiente para afastar a hipótese de uma rescisão por justa causa. Ainda assim, nesse cenário, para ter segurança jurídica de rescindir o contrato com o jogador unilateralmente, o clube deve esperar o sumiço completar um mês. O clube pode reivindicar o total da multa rescisória ao jogador, no valor de 100 milhões de euros (quase R$ 600 milhões), e o próximo clube do atleta pode ser obrigado a pagar o valor.

O zagueiro não se apresentou ao CT da Barra Funda desde o dia 3 de abril, antes do duelo contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro. Após o sumiço, o atleta também teria pedido para ser negociado.

O advogado especialista em direito desportivo e sócio-fundador do escritório CCLA Advogados, Cristiano Caús, analisa os precedentes do caso, em possível decisão que possa beneficiar o clube ou o jogador.

“Tenho acompanhado com atenção a recente movimentação do São Paulo Futebol Clube em relação ao Arboleda, que revela uma preocupação do clube em fortalecer a segurança nas relações com os atletas, especialmente diante das mudanças nas regras da FIFA e da evolução dos precedentes internacionais, pós caso Lassana Diarra . É uma preocupação relevante, que naturalmente exige maior cuidado nos contratos e na gestão de situações de justa causa”, analisa.

Em relação aos precedentes, o especialista traça um paralelo com a vitória do Santos no CAS (Corte Arbitral do Esporte) contra o Pachuca, do México, e o meia-atacante Christian Cueva, em 2023, por conta de uma rescisão unilateral do atleta, sem justa causa, rumo ao clube mexicano, no início de 2020.

“Atuamos no caso do Santos Futebol Clube envolvendo o atleta Christian Cueva, tanto perante a FIFA quanto no CAS, no qual foi reconhecida a rescisão sem justa causa, com a condenação do jogador ao pagamento da multa e a responsabilidade solidária do Pachuca, do México. Foi um caso sem precedentes, complexo, especialmente pela discussão sobre os critérios e motivos para a rescisão, o cálculo da indenização e a aplicação das regras da FIFA na rescisão de um contrato de trabalho brasileiro”.

BBB 2026: 16 franquias para abrir com prêmio de R$ 5,4 milhões


A grande final do Big Brother Brasil 26 já tem data marcada: será no dia 21 de abril. Após 100 dias de confinamento, o participante vencedor levará para casa o maior prêmio já oferecido na história do reality, de R$ 5,4 milhões. Com esse valor em mãos, o campeão terá diversas possibilidades para aplicar o dinheiro de forma estratégica. Entre as opções de investimento, o setor de franquias se destaca como uma alternativa promissora para quem deseja empreender com segurança e apoio de marcas consolidadas. Abaixo, descubra algumas sugestões de negócios nos quais o futuro milionário do BBB 26 poderá investir.

5àsec 

Especialista no tratamento de roupas do dia a dia, peças exclusivas, tênis, cortinas, tapetes, estofados, pelúcias e travesseiros por meio de um sistema de limpeza de qualidade, que utiliza equipamentos e produtos de alta tecnologia e exclusivos em seus serviços, a 5àsec é reconhecida no mercado como uma lavanderia inteligente. Seus diferenciais estão centrados no atendimento ao cliente e nos serviços especializados, como: a revitalização das cores das roupas; o processo de engomar, que conserva o efeito da passadoria por mais tempo; a impermeabilização, que evita a fixação de manchas, e o tratamento especial em couro, que o hidrata e rejuvenesce. A 5àsec é a maior rede de lavanderias do Brasil, com mais de 600 pontos de venda em todo o território brasileiro. Para fazer parte da rede, o investimento parte de R$ 185 mil.

 

Água Doce Sabores do Brasil  

Os restaurantes da Água Doce são destino para famílias e grupos de amigos que buscam fazer de almoços, jantares, happy hours e confraternizações variadas um momento especial de entretenimento. O cardápio é extenso, repleto de delícias da culinária brasileira servidas em fartas porções e pratos. Além do extenso menu de cachaças e drinques, a casa é reconhecida pelo melhor Escondidinho do País, presente nas versões tradicional (carne de sol), camarão, frango e bacalhau, além das versões vegetarianas de palmito e brócolis. Atualmente, são 80 unidades em seis estados. Além do conceito de restaurante completo, a rede conta dois modelos com investimentos menores: a Água Doce Express, que conta com um cardápio mais enxuto e foco em almoço e happy hour, além do tradicional jantar; e a Água Doce Delivery, focado nas entregas em domicílio e take away. Para abrir uma franquia da rede, é necessário investir a partir de R$ 594 mil, dependendo do formato de negócio.

 

Café Cultura 

O Café Cultura é uma franquia de cafeterias focada em cafés especiais e boa gastronomia, que comercializa mais de 7 milhões de xícaras ao ano. Com 20 anos de mercado e atuando no franchising desde 2014, a rede conta com cerca de 50 operações localizadas nos estados do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Além da arquitetura, pensada para oferecer um ambiente acolhedor, outro diferencial da marca é o cardápio que contempla mais de 18 opções de cafés quentes e frios, além de uma linha de bebidas, como a marca própria de café gelado ready to drink, o Cold Brew; matcha, frappés, chás e sucos. Para acompanhar, há uma grande variedade de pães, pratos rápidos, como saladas e sanduíches, além de drinks e sobremesas. As unidades também contam com coffee shops, onde é possível adquirir cafés de marca própria moídos ou em grãos, além de acessórios para que o cliente possa preparar a bebida em casa. O investimento inicial é R$ 450 mil.

 

Calçados Bibi 

Fundada em 1949, a Bibi é referência no mercado de calçados infantis, sendo a maior rede da América Latina. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2,6 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 60 países nos cinco continentes, está em mais de 5 mil pontos de venda multimarcas, entre Brasil e outros países, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de mais de 150 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social. O investimento para fazer parte da rede de franquias parte de R$ 400 mil.

 

Carflix  

Já pensou em transformar a paixão por carros em um negócio próprio? A Carflix oferece um modelo digital e prático para quem quer investir no mercado automotivo com retorno rápido. A rede facilita a compra e venda de veículos seminovos por meio de unidades franqueadas que realizam inspeção, intermediação completa, oferta digital e atendimento especializado, sempre priorizando segurança, transparência e conveniência para o cliente. Fundada em 2016, a empresa está em expansão e projeta alcançar 300 unidades nos próximos anos. O investimento inicial é de R$ 250 mil, com retorno estimado em 12 meses.

 

Casa do Celular 

Trazendo o sonho de seu fundador Darlan Almeida, a Casa do Celular é uma grande marca com 20 anos no mercado e mais de 300 lojas espalhadas por 24 estados brasileiros. Incluída num dos setores que mais crescem no país, o de Comunicação, Informática e Eletrônicos, a Casa do Celular possui três oportunidades de negócios: lojas de rua, shoppings e quiosques, com investimentos a partir de R$150 mil. Atualmente, a Casa do Celular é referência de mercado na comercialização de celulares, smartphones e tablets para as classes C e D devido a sua política de atendimento premium.

 

Divino Fogão  

Desde 1984, o Divino Fogão lançou-se no mercado com uma estratégia inovadora, servindo o que há de mais saboroso e variado da comida típica da fazenda. Hoje, o Divino Fogão é nacionalmente reconhecido por seus produtos de excelente qualidade e com sabor genuinamente brasileiro. Receitas próprias e exclusivas foram desenvolvidas ao longo dos anos, procurando atender o gosto e o paladar brasileiro. A rede conta hoje com 246 pontos de vendas. O investimento para fazer parte da marca é a partir de R$ 1 milhão.

 

Ensina Mais Turma da Mônica 

A Ensina Mais licenciada Turma da Mônica e faz parte do Grupo MoveEdu. A rede oferece programas educacionais e surgiu da necessidade de melhoria na educação de base das crianças e jovens no Brasil. A missão da Ensina Mais Turma da Mônica é fortalecer a construção da base educacional dos alunos de forma lúdica e inovadora, contribuindo para sua formação. Dessa forma, a marca adota uma metodologia exclusiva, utiliza recursos tecnológicos, promove aulas totalmente interativas, dinâmicas e altamente qualificadas, buscando o desenvolvimento das crianças em todos os aspectos. O foco é no desenvolvimento intelectual dos alunos, contribuindo na formação cultural e complementar. Hoje, a marca conta com mais de 100 escolas em operação. O investimento inicial para se tornar um franqueado é a partir de R$ 100 mil, com prazo de retorno a partir de 12 meses.

 

iGUi 

A iGUi é a maior produtora de piscinas pré-fabricadas do mundo e está presente com indústrias (máster franquias) e lojas (franquias) em mais de 54 países, sendo uma das marcas mais internacionalizadas do Brasil. Criada em Gravataí, região metropolitana da capital gaúcha Porto Alegre (RS), em junho de 1995, em 2008 a marca foi franqueada e sua sede transferida para Cedral, região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Sinônimo de piscina e tendo a inovação em seu DNA, a iGUi revolucionou o mercado com seu novo modelo de piscina, personalizada, conectada, revestida com a exclusiva Cerâmica Atlas, que atende as necessidades de arquitetos, engenheiros, designers de interiores e outros profissionais da área de construção civil. Esse novo modelo de piscina trouxe uma loja com outro conceito. Com a nova Loja iGUi lançada em 2022, a marca passou a realizar parcerias com construtoras, ingressando em condomínios verticais. Atualmente, com 29 anos de mercado, a Rede conta com mais de 1.200 unidades, em todo o mundo, entre fábricas, lojas iGUi e UNLIMITED, além de franquias e lojas SPLASH e TRATABEM no País. São 40 fábricas estrategicamente instaladas no Brasil, Argentina, Paraguai, México, Portugal e Estados Unidos que atendem as Américas, Europa, África, Oriente Médio, Ásia e Oceania. Para ser um franqueado da rede o investimento é a partir de R$ 1 milhão e o retorno do investimento é previsto entre 36 e 60 meses.

 

LavPop 

A LavPop by 5àsec, lançada em 2022, é a marca de lavanderia autosserviço do Grupo FRoth, líder no setor de lavanderias. Desde sua criação, a LavPop tem expandido rapidamente a presença da rede no mercado brasileiro, oferecendo uma alternativa democrática e acessível para o cuidado com as roupas. A marca utiliza o know-how da 5àsec, adaptado ao setor de autosserviço, que vem ganhando destaque no Brasil. Assim, a franquia possui um sistema exclusivo com tecnologia própria que aumenta a eficiência na limpeza e conservação das roupas processadas. Utilizando produtos exclusivos produzidos com a mais alta tecnologia do setor, os serviços oferecem eficácia e eficiência superiores, diferenciando-se no mercado mundial. Atualmente, são mais de 110 lojas em todo o Brasil. Para quem deseja implantar uma lavanderia de autosserviço, o investimento parte de R$ 210 mil.

 

Microlins  

Uma das mais tradicionais e reconhecidas marcas do segmento de educação, a Microlins é líder em cursos de capacitação profissional no Brasil. Sua rede dispõe de mais de 400 escolas em todo o País. São oferecidos cursos de Tecnologia, Gestão, Saúde e Inglês, nas modalidades presenciais, EAD ou semipresencial. Em 2022, a Microlins recebeu do MEC a autorização para atuar também como faculdade, oferecendo cursos de Graduação (Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Marketing, Gestão de Recursos Humanos, Sistemas de Informação e Pedagogia), nas modalidades EAD e semipresencial, e Pós-graduação EAD nas áreas: Tecnologia, Gestão e Negócios e Educação. O investimento inicial para se tornar um franqueado é a partir de R$ 150 mil, com prazo de retorno a partir de 12 meses.

 

Milon 

No mercado desde 2006, a marca é conhecida pela inspiração europeia e estilo clássico, e veste desde bebês até o tamanho 14. Fabricados com tecidos e detalhes exclusivos, os produtos Milon possuem alto valor agregado e excelente custo-benefício. Atualmente, são 133 lojas físicas em operação. O investimento inicial para se tornar um franqueado é de R$ 350 mil, com prazo de retorno a partir de 24 meses.

 

Oral Sin  

Para quem prefere apostar em um segmento essencial e altamente procurado, a Oral Sin oferece um modelo sólido e reconhecido na área da saúde bucal. A rede atua com um portfólio completo de serviços odontológicos, de implantes a estética dental, próteses, ortodontia, toxina botulínica e enxertos ósseos, sempre com foco em atendimento humanizado e no uso de tecnologias digitais nos tratamentos. Fundada em 2004, em Arapongas (PR), e presente no franchising desde 2009, a marca requer investimento a partir de R$ 600 mil, com faturamento médio mensal de R$ 335 mil.

 

Peça Rara Brechó 

Uma das principais marcas do segmento de moda circular do país, com 19 de atividade, dá vida nova e ressignifica itens de segunda mão. Peça Rara Brechó oferece, além de moda feminina, masculina e infantil, itens de decoração e móveis, e tem como propósito, um novo estilo de vida, por meio de uma sociedade comprometida com a sustentabilidade e o consumo consciente, por meio do conceito second hand (uso de segunda mão).  A rede comercializou mais de 4 milhões de itens em 2025 e teve um faturamento acima de R$ 250 milhões. O plano de expansão é alcançar 300 unidades até 2030. O investimento inicial para se tornar um franqueado já com taxa de franquia, capital de giro e estoque inicial é a partir de R$ 320 mil para a Loja Pocket, com até 100 m², R$ 530 mil para Loja Midi, de 200m² a 250m² e de R$ 630 mil para a Loja Clássica, a partir de 300m². O prazo de retorno varia de 24 a 30 meses, conforme o formato da unidade.

 

Prepara IA 

Com mais de 20 anos de história no mercado de educação, a Prepara se consolidou como referência em cursos profissionalizantes no Brasil. Em 2025, a marca passou por um reposicionamento estratégico e tornou-se Prepara IA, a única escola do país que prepara jovens e adultos para o mercado de trabalho com metodologia 100% focada em Inteligência Artificial. Hoje, a rede oferece mais de 150 cursos profissionalizantes nas áreas de Informática, Linguagem, Tecnologia, Marketing, Design, entre outros, disponíveis nas modalidades presencial e EAD. Além disso, também disponibiliza graduação e pós-graduação à distância e semipresencial em Tecnologia, Negócios, Educação, Direitos e Humanidades. Pertencente ao Grupo MoveEdu, a Prepara IA conta com mais de 300 escolas em diversas regiões do Brasil, reunindo mais de 70 mil alunos que já se beneficiam de uma metodologia inovadora e de uma preparação diferenciada para os desafios do futuro do trabalho. O investimento inicial para se tornar um franqueado é de R$ 150 mil.

 

Rockfeller 

Fundada em 2004, em Santa Catarina, a Rockfeller nasceu com o compromisso de buscar a excelência no ensino de idiomas. Com um crescimento rápido e sustentável, a Rockfeller abriu sua primeira franquia em 2006 e, em 2008, implementou seu modelo de negócios como franqueadora, expandindo suas unidades por várias partes do Brasil. Atualmente, a marca conta com mais de 100 unidades instaladas em todo o país e tem planos de abrir mais escolas nos próximos dois anos. Atendendo a um público diversificado, desde crianças até adultos, a rede oferece três modelos de negócios: presencial, digital e incompany, adaptando-se às necessidades de seus alunos em que proporciona flexibilidade e conveniência. A escola recebeu algumas premiações e neste ano recebeu o Selo de Excelência por mais de 11 anos consecutivos pela ABF. Com foco em conversação e salas de aulas que favorecem a interação, a Rockfeller se destaca não só pela qualidade de seu ensino, mas também pela satisfação de seus franqueados, mantendo-se como uma referência no mercado de idiomas. Para quem deseja ingressar na rede, o investimento inicial é a partir de R$175 mil com faturamento médio de R$70 mil.

 

Royal Face  

Pioneira em harmonização facial, a Royal Face revolucionou o segmento de tratamentos estéticos com o diferencial de oferecer condições facilitadas de pagamento, democratizando o acesso a um atendimento de qualidade, eficiente e humanizado. Fundada em Curitiba, a rede faz parte do Grupo SMZTO com mais de 250 unidades em todo o país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa. A Royal Face é associada à Associação Brasileira de Franchising (ABF) e atua desde 2018 no sistema de franquias com dois modelos de negócios: Slim e Premium e com mais de 40 tipos de tratamentos faciais e corporais. O investimento inicial para se tornar um franqueado é a partir de R$ 257 mil, com prazo de retorno a partir de 18 meses.

 

TRATABEM 

A franquia TRATABEM foi criada em 2012 com o objetivo de formar profissionais credenciados, treinados e especializados no tratamento de água, por meio de cursos específicos realizados na própria iGUi e com todo suporte da marca. A franquia TRATABEM, realiza os seguintes serviços com excelência: limpeza, manutenção, assistência técnica e tratamento de água de todos os tipos de piscinas; soluções e serviços de reparo em piscinas de fibra, alvenaria e vinil. O franqueado TRATABEM identifica e relata defeitos na piscina e equipamentos, assim como analisa e instrui o cliente sobre como cuidar bem de sua piscina e efetua a venda de produtos químicos, acessórios e piscinas. Para ser um franqueado da marca o investimento é a partir de R$ 49 mil, com prazo de retorno de 12 a 18 meses.

 

Supera 

O Supera é uma empresa educacional de estimulação cognitiva brasileira, sediada em São José dos Campos (SP) e com mais de 250 unidades em todo território nacional. Fundada há 20 anos, possui metodologia pioneira, validada por estudo científico conduzido por pesquisadores da USP, responsável por desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais fundamentais para a vida diária de crianças, adolescentes, adultos e idosos. O método oferece atividades variadas, que envolvem novidades e desafios, adequadas às diferentes faixas etárias. O investimento para se tornar um franqueado da rede parte de R$ 159.990,00 com prazo de retorno de 24 meses.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Agenda de eventos impulsiona aluguel por temporada no Rio e abre janela de alta rentabilidade para investidores


A intensa agenda de eventos no Rio de Janeiro consolidou-se como o principal motor do mercado de short stay, transformando datas comemorativas e grandes shows em janelas de alta lucratividade. O próximo grande marco é a apresentação da cantora Shakira, no dia 2 de maio, que já movimenta a demanda por imóveis de temporada e coloca investidores em alerta para capturar a valorização das diárias, que podem chegar a quintuplicar, dependendo da localização.

Em regiões estratégicas como Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, a taxa de ocupação costuma romper a barreira dos 90% durante esses picos de demanda. O fenômeno reflete a robustez de um setor que, segundo dados da Fundação Getulio Vargas, movimentou R$ 99,8 bilhões no Brasil em 2024. Apenas no Rio de Janeiro, a atividade conectada a plataformas como o Airbnb injetou R$ 9,9 bilhões na economia, sustentando mais de 61 mil empregos e adicionando R$ 5,6 bilhões ao PIB local.

Para Ramiro Delgado, CEO do Trade Imobiliário e especialista em investimentos no setor, o calendário de eventos da cidade tornou-se um vetor previsível de valorização. Segundo o executivo, o investidor que compreende essa dinâmica consegue antecipar movimentos e maximizar margens em períodos curtos.

“O Rio de Janeiro opera com uma lógica de picos de demanda altamente previsíveis. Quem se posiciona corretamente e prepara o ativo para esses momentos consegue resultados significativamente acima da média do mercado tradicional”, analisa Delgado.

A preparação do imóvel é apontada como o divisor de águas entre uma ocupação comum e uma rentabilidade premium: Delgado destaca que a sofisticação da demanda exige agilidade na entrega dos projetos. “Investidores têm buscado reformas rápidas, concluídas em até três meses, com montagem final de mobiliário e decoração em menos de 20 dias, tudo para não perder o timing dos grandes eventos”.
 

Além da Zona Sul, o especialista aponta o crescimento da Barra da Tijuca, impulsionado por festivais como o Rock in Rio e o robusto calendário corporativo da região, e do Centro, durante períodos como o carnaval.

O avanço do aluguel por temporada no Rio também marca uma mudança estrutural no perfil do proprietário. O setor deixou de ser uma fonte de renda extra para se tornar uma estratégia de investimento empresarial, baseada em precificação dinâmica e análise de dados.

“Quem trata a locação com visão de negócio, acompanhando o calendário, o comportamento da demanda e investindo na experiência do hóspede, transforma o imóvel em um ativo de alta performance financeira”, conclui o CEO do Trade Imobiliário.

 

Sobre Ramiro Delgado 


Ramiro Delgado é sócio e fundador do Trade Imobiliário e um dos principais especialistas em house flipping no Brasil. Formado em Administração pela UFRJ e com experiência no mercado financeiro, construiu sua trajetória na interseção entre análise de risco e investimento imobiliário. Com passagens por multinacionais como Norskan Offshore, Subsea 7, PwC México, Accenture e Deloitte, levou ao setor imobiliário o rigor analítico e os padrões de governança corporativa das grandes empresas, desenvolvendo uma metodologia própria de compra, reforma e revenda acelerada de imóveis.

Livro infantil explora forma como crianças enfrentam o medo


A autora e ilustradora Tessa Nogueira apresenta seu livro “Nina e o Monstro da Caixa”, publicado pela Studio Plural Editora. Voltada para leitores a partir de sete anos, a obra aborda temas como medo, coragem, amizade e superação, convidando crianças e famílias a dialogarem sobre emoções comuns da infância.

A história começa em um dia chuvoso, quando Nina, que adora desenhar e criar mundos cheios de cor, sente um medo interior crescer. Com papel, lápis e muita imaginação, ela cria algo inesperado: um monstrinho azul, peludo e curioso. A partir desse desenho, descobre que até os sentimentos mais assustadores podem ganhar novos significados.

Segundo a autora, a ideia do livro nasceu a partir de experiências pessoais e da observação dos temores infantis. “Quando eu era pequena também tinha medos bem fortes, às vezes de coisas que não eram tão grandes assim. E meu filho, que é autista, também tem medos que ganham proporções enormes em certas ocasiões. A história surgiu como uma forma de explicar às crianças o que é esse sentimento e como ele pode existir como proteção”, explica Tessa.

 

A criação do monstrinho também dialoga com um fenômeno comum na infância: os amigos imaginários. Especialistas apontam que essas figuras fazem parte do desenvolvimento emocional das crianças, ajudando-as a expressar sentimentos, temores e inseguranças.

 

No decorrer da narrativa, o monstrinho criado por Nina passa por transformações, refletindo a forma como os medos podem mudar quando são enfrentados. “A mensagem principal é a de que, quando conseguimos dar ao medo o tamanho que realmente tem, ele começa a diminuir”, afirma a autora.

 

Processo criativo 

 

Além de escrever a história, Tessa também assina as ilustrações. O processo criativo começou pela narrativa e, posteriormente, evoluiu para a construção visual dos personagens e do universo da protagonista. “Primeiro criei a história e depois comecei a estudar os personagens, fazendo muitos desenhos até chegar no que funcionava melhor. Gosto de ilustrar minhas próprias histórias, porque consigo explorar a narrativa visual com mais liberdade”, conta.

 

Inicialmente pensado como uma criatura mais assustadora, o monstrinho azul foi ganhando um aspecto mais amigável ao longo do desenvolvimento da obra. “Percebi que ele estava ficando assustador demais. Então, fui ajustando até encontrar um equilíbrio: ele continua sendo um monstrinho, mas com um lado mais fofinho, que ajuda a mostrar que o medo também pode transformar-se”, explica.

 

Formada em Artes Visuais e com pós-graduação em Ilustração para Livros Infantis, Tessa Nogueira construiu uma trajetória ligada às artes e à criação visual. Antes de se dedicar à literatura infantil, trabalhou com desenho de moda e explorou outras linguagens artísticas, como pintura e cerâmica.

 

A convivência com os filhos também se tornou uma fonte importante de inspiração para suas histórias. “A infância é um universo muito rico. Aqui em casa, meus filhos são muito criativos, gostam de desenhar e inventar histórias. Esse ambiente de imaginação acaba influenciando muito o processo de criação”, afirma.

 

A autora espera que “Nina e o Monstro da Caixa” proporcione não apenas uma leitura prazerosa, mas também momentos de diálogo entre pais e filhos. “Gostaria que as famílias tivessem um momento de conexão durante a leitura. A leitura tem a capacidade de aproximar as pessoas e ajudar as crianças a entenderem melhor os próprios sentimentos”, conclui.

“A gente precisa consumir mais pescado. Comer peixe significa ter uma vida melhor”, diz Edipo Araujo, ministro da Pesca


Edipo Araujo, ministro da Pesca e Aquicultura, foi categórico nesta quinta-feira (16/4), durante participação no programa Bom Dia, Ministro, ao afirmar que é preciso que o Brasil mude seus hábitos alimentares e passe a adotar mais o consumo de pescado. “A gente precisa mudar uma cultura no nosso país de consumir pescado. Comer peixe significa ter uma vida melhor. E o consumo de pescado no Brasil ainda é muito baixo quando comparado ao resto do mundo”, declarou.

Formado em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal Rural da Amazônia, mestre em Aquicultura e Recursos Aquáticos Tropicais, e doutor em Ecologia Aquática e Pesca pela Universidade Federal do Pará, Edipo Araujo atuou como professor e pesquisador em diversas instituições de ensino e também na gestão de órgãos públicos. Ele apresentou dados que mostram como o consumo de pescados no Brasil ainda é limitado. “A taxa mundial é de 20 quilos por ano, por pessoa. No Brasil, nós estamos em 12 quilos. Esse dado é muito mais preocupante quando a gente traz para um recorte regional”, explica.

 

A gente precisa mudar uma cultura no nosso país de consumir pescado. Comer peixe significa ter uma vida melhor. E o consumo de pescado no Brasil ainda é muito baixo quando comparado ao resto do mundo”

Edipo Araujo, ministro da Pesca e Aquicultura
 

Segundo o ministro, o consumo está praticamente concentrado em lugares que têm a cultura de pescar, como a Região Amazônica, por exemplo, onde a taxa chega a 30, 40 quilos por ano, por pessoa. “Quando a gente vai para comunidades totalmente pesqueiras tradicionais, a gente pode chegar a 120 quilos. Mas um dado preocupante é o consumo nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, por exemplo, onde esses dados podem chegar a cinco quilos por ano. É muito pouco quando a gente está falando de uma proteína nutritiva, de qualidade, que tem menor impacto no meio ambiente”, frisou Edipo Araujo.
 

VENDA DIRETA – O ministro também deixou claro que sua pasta está atenta e trabalha para que a exigência da nota fiscal como o documento oficial de comprovação de origem do pescado proveniente da pesca e da aquicultura não prejudique os pescadores de pequeno porte, que praticam a pesca artesanal, e que vendem diretamente para a população, principalmente nas praias.
 

“Quanto à questão da venda direta, esse é um tema que a gente precisa encarar. Hoje, está posto na lei que precisa passar no sistema de inspeção. Mas nós também sabemos que hoje nós já nos alimentamos de grande parte de pescado, quando nós estamos numa praia, de compra direta com o pescador. Será que esse pescado não tem qualidade? Por que ele precisa parar no sistema de inspeção? A gente precisa encarar esse diálogo”, afirmou Edipo Araujo.
 

“Todo pescado, toda matéria-prima de origem animal, precisa passar por sistemas de inspeção. A abrangência desse sistema de inspeção pode ter um sistema de inspeção federal, estadual ou municipal. Isso já está posto em lei. Nós, recentemente, publicamos a Portaria Interministerial 54, junto com o Ministério da Agricultura e Pecuária, que trouxe uma desburocratização para o setor que não estava conseguindo desembarcar e colocar o seu pescado dentro da indústria pesqueira. A gente sabe que tem um gargalo da venda direta do nosso pescado. E isso não é só na atividade pesqueira, está dentro de toda a agricultura familiar”, prosseguiu o ministro.
 

DOCUMENTO FISCAL – O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) definiram a nota fiscal como o documento oficial de comprovação de origem do pescado proveniente da pesca e da aquicultura. O objetivo é fortalecer a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva. A medida amplia a transparência nas operações comerciais, melhora os mecanismos de fiscalização e valoriza o pescado brasileiro, trazendo segurança jurídica ao alinhar a comprovação às práticas atuais do setor. Além disso, a norma institui uma autodeclaração para proteger os produtores que solicitaram a atualização de dados no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e aguardam análise administrativa, evitando prejuízos às suas atividades econômicas.


BACIA DO RIO DOCE – Outro ponto destacado pelo ministro foi como o Ministério da Pesca e Aquicultura atua em relação aos impactos aos pescadores na recuperação da Bacia do Rio Doce. Em 5 de novembro de 2015 ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), considerado o maior desastre socioambiental do país no setor de mineração, com o lançamento de cerca de 45 milhões de metros cúbicos de rejeitos no meio ambiente. Os poluentes ultrapassaram a barragem de Santarém, percorrendo 55 km no rio Gualaxo do Norte até o rio do Carmo, e outros 22 km até o rio Doce. A onda de rejeitos, composta principalmente por óxido de ferro e sílica, soterrou o subdistrito de Bento Rodrigues e deixou um rastro de destruição até o litoral do Espírito Santo, percorrendo 663,2 km de cursos d'água.

“A gente precisa falar do Acordo do Rio Doce. A gente não pode deixar essa história morrer do desastre que aconteceu com o rompimento da barragem de Fundão e que prejudicou não só o estado do Espírito Santo, mas boa parte do Estado de Minas Gerais”, ressaltou o ministro.
 

R$ 500 MILHÕES – Edipo Araujo lembrou a importância do Programa de Transferência de Renda (PTR), firmado no âmbito do acordo judicial para reparação integral e definitiva relativa ao rompimento da Barragem de Fundão. O programa busca atender indivíduos que tiveram suas atividades impedidas devido ao desastre, destinando auxílio mensal por até quatro anos, no valor inicial de 1,5 salário-mínimo, nos três primeiros anos e de um salário nos últimos 12 meses. A gestão do PTR Pesca cabe ao Ministério da Pesca e Aquicultura e está sendo articulada juntamente ao Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, responsável pelo PTR Rural.
 

“Dentro da discussão do Acordo do Rio Doce, o anexo 4, que trata do PTR Pesca, contempla 48 municípios, sendo 38 municípios de Minas Gerais e 10 do Espírito Santo. Quando a gente fala do impacto dos pescadores, o Espírito Santo tem o maior número de pescadores impactados, em torno de 20 mil pescadores. O Programa de Transferência de Renda já está na décima parcela. São mais de R$ 500 milhões de investimento dentro desse anexo 4, chegando na mão do pescador do Espírito Santo e de Minas Gerais, entendendo que esses pescadores precisavam ser reparados pelo dano dessa tragédia”, detalhou o ministro.
 

QUEM PARTICIPOU — O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta quinta-feira o Portal A Crítica, de Manaus (AM); a Rádio Guarany, de Santarém (PA); o Portal A Tarde, de Salvador (BA); o Portal ES 365, de Vitória (ES); o Diário de Pernambuco, de Recife (PE); e o Portal Imperatriz Online, de Imperatriz (MA).