sexta-feira, 27 de março de 2026

Turma do Balão: A nova sensação do humor popular


O blog Papo de Nível apresenta oficialmente a Turma do Balão, um coletivo de personagens caricatos e debochados que chegaram para transformar a sexta-feira em um verdadeiro espetáculo de humor popular. Com estética vibrante, traços exagerados e personalidades únicas, cada integrante da turma traz consigo uma dose de caos e diversão.

Quem são os personagens?

Balão Cachaçeiro: símbolo da farra, sempre com a garrafa na mão e pronto para desaparecer na hora da conta.
Pastel do Tigrinho: malandro de feira, que jura ter comido só um pastelzinho e nunca quer dividir a cerveja.
Pirulita: doce colorida, mas com língua afiada, especialista em fofocas até na hora de pagar.
Cuscuz: misterioso e estiloso, paga só em moedas e demora meia hora para contar.
Ketchup Safado: escorrendo e metido, sempre se oferece para dividir mas some antes da maquininha chegar.

O que esperar da Turma?

A proposta é simples: trazer humor direto do cotidiano, com situações que todo mundo já viveu - da mesa de bar à feira popular. Cada thread publicada no perfil oficial da turma no X, , é uma esquete que mistura texto debochado e artes caricatas, convidando o público a interagir e escolher seus personagens favoritos.

Por que seguir?

A Turma do Balão não é apenas entretenimento: é uma comunidade de humor que cresce a cada semana. Ao acompanhar, você garante boas risadas, participa das enquetes e se torna parte da bagunça.

Prepare-se para sextar com estilo. Siga @papodenivel e entre na roda da Turma do Balão. Porque aqui, toda sexta é dia de treta, gargalhada e muita irreverência.


Papo de Nível: onde o humor popular encontra a criatividade digital.

Outono chegando: prepare bolinho de chuva e aproveite os dias mais frios da estação


Quem nunca associou um dia frio ou chuvoso ao cheiro de bolinho de chuva sendo preparado na cozinha? Esse clássico da culinária brasileira, feito com ingredientes simples e servido quentinho, é uma das receitas que mais despertam memórias afetivas. Não por acaso, de acordo com Ranking divulgado pelo Google, ele aparece entre as receitas mais buscadas pelos brasileiros na internet.

 
Para o chef de gastronomia da Prática, Rafael Fraga, a popularidade do bolinho de chuva está justamente na combinação entre tradição e praticidade. “É uma receita simples, com ingredientes básicos como farinha, ovos, leite e açúcar, mas que exige alguns cuidados para alcançar a textura ideal. A massa precisa ficar mais pastosa do que líquida, e a fritura deve acontecer entre 160 °C e 180 °C para garantir bolinhos dourados por fora e macios por dentro”, explica.
E para quem quer reproduzir essa experiência, o preparo é mais simples do que parece.
Receita de bolinho de chuva
 
• 500 g de farinha de trigo
• 1 xícara de açúcar
• 15 g de fermento químico em pó
• 200 ml de leite

• 2 ovos 

Misture os ovos, o leite e o açúcar à farinha até obter uma massa pastosa.

Com uma colher, coloque pequenas porções da massa em óleo quente, entre 160 °C e 180 °C

 Quando os bolinhos estiverem dourados, retire, escorra e passe no açúcar com canela.

Além do preparo simples, o bolinho de chuva também se destaca pela versatilidade. Ele pode ser servido em diferentes ocasiões, como no café da manhã ou da tarde, e até ganhar versões personalizadas com ingredientes como banana, chocolate ou especiarias.
 
“O diferencial do bolinho de chuva está em como ele é feito. Quando bem preparado, ele fica leve, aromático e com uma textura que faz toda a diferença, e é isso que transforma uma receita simples em algo tão especial”, finaliza o chef.
 
A Prática, fundada em 1991, oferece o que há de mais moderno em fornos profissionais, ultracongeladores e máquinas de panificação. Com mais de 800 colaboradores, sendo 55 deles em P&D, a Prática é líder no segmento de equipamentos para o preparo de alimentos no Brasil e atua em mais de 60 países.
 
Ajudar seus clientes a prepararem comida de qualidade sem desperdícios é o propósito da Prática. Entendemos a importância do nosso papel na cadeia que se inicia nos campos e lavouras até a oferta de alimentos preparados para as pessoas.

Ingredientes
Modo de preparo
Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/
 
Sobre a Prática

Mais do que equipamentos, a Prática oferece soluções integradas e uma rede de suporte pré e pós-venda que permite a seus clientes realmente aprimorar suas operações. Por meio dos seus chefs e nutricionistas, a Prática apoia a implementação de processos de melhoria na qualidade e combate ao desperdício

Entenda porque condomínios eficientes gastam menos, mesmo investindo mais


 *Por Ricardo Chalfin

Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos. Essa aparente contradição revela uma mudança de mentalidade que o setor precisa amadurecer: eficiência não é sinônimo de cortar custos, mas de alocar recursos com inteligência.

Durante décadas, a lógica predominante foi a da economia imediata. Reduzir contratos, postergar manutenções, adiar investimentos. O problema é que condomínios são estruturas complexas, com ativos físicos, pessoas, obrigações legais e impactos patrimoniais. Quando a gestão se orienta apenas por contenção de despesas, ela cria passivos invisíveis que aparecem mais tarde em forma de emergências, conflitos e desvalorização do patrimônio.

Condomínios eficientes investem em manutenção preventiva, planejamento de longo prazo, tecnologia e profissionalização da gestão. Isso significa trocar equipamentos antes de falhas críticas, revisar contratos com critérios técnicos, digitalizar processos financeiros e criar rotinas de governança. Esses investimentos aumentam o orçamento no curto prazo, mas reduzem drasticamente despesas emergenciais, desperdícios e riscos jurídicos ao longo do tempo.

A lógica econômica é simples: manutenção preventiva custa menos do que manutenção corretiva. Um vazamento detectado cedo evita uma reforma estrutural; um contrato bem negociado gera economia recorrente por anos; um sistema de controle financeiro reduz a inadimplência e evita chamadas extras. O condomínio que planeja substitui a cultura do improviso por previsibilidade.

Eficiência também é governança. Investir em transparência, comunicação estruturada e prestação de contas clara reduz conflitos, judicialização e desgaste político. Assembleias mais informadas geram decisões mais racionais. Moradores que confiam na gestão participam mais, pagam em dia e apoiam projetos de longo prazo.

Há ainda um fator patrimonial frequentemente ignorado. Condomínios bem cuidados, com infraestrutura atualizada e gestão organizada, preservam e ampliam o valor dos imóveis. Em mercados urbanos competitivos, compradores e locatários já observam não apenas a unidade, mas o funcionamento do condomínio como um todo. Gestão eficiente se transforma, na prática, em valorização imobiliária.

O discurso de “gastar menos” costuma ser popular em assembleias, mas é enganoso quando não vem acompanhado de planejamento. Cortes lineares em manutenção, segurança ou gestão geram economias momentâneas, mas criam passivos ocultos que explodem no futuro.

No universo condominial, o barato raramente sai barato de fato. Eficiência, portanto, não é austeridade cega. É estratégia. É compreender o condomínio como uma organização viva, com ciclo de ativos, riscos legais, fluxo de caixa e impacto social. Investir mais, quando feito com inteligência, é o caminho mais curto para gastar menos no longo prazo.

Por fim, a maturidade do setor condominial passa por essa virada de chave. Condomínios eficientes não são os que cobram menos taxa, mas os que entregam mais valor por cada real investido. Em um país cada vez mais verticalizado, essa diferença deixará de ser um detalhe administrativo para se tornar um fator central de qualidade de vida e de preservação de patrimônio.

*Ricardo Chalfin é CEO e fundador da Wind Capital, empresa especializada em soluções de crédito condominial, que vem transformando o acesso a recursos financeiros no setor imobiliário e condominial, oferecendo crédito ágil, descomplicado e com desembolso em até 24 horas, permitindo que condomínios e fornecedores tenham um fluxo de caixa saudável e impulsionam projetos sustentáveis, obras e despesas operacionais.

Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28)

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa no próximo sábado, 28 de março, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, a mobilização prioriza crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, grupos mais suscetíveis a formas graves da doença. O Dia D será realizado na mesma data, e a campanha segue até 30 de maio, com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação
 

Até agora, o Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a influenza. A orientação é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários. Na Região Norte, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.
 

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Para se vacinar, basta fazer parte do público recomendado e procurar a unidade de saúde mais próxima antes do período de maior circulação do vírus.
 

PÚBLICO-ALVO — A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
 

Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários. Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
 

No caso da população indígena a partir de 6 meses de idade, seguem as mesmas orientações de faixa etária e histórico vacinal. Crianças e pessoas com comorbidades até 8 anos que ainda não foram vacinadas também devem receber duas doses.
 

A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, o Ministério da Saúde disponibiliza vacinas atualizadas, reforçando a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
 

A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.
 

CENÁRIO — Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
 

Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Dor de cabeça repetitiva pode esconder problemas oftalmológicos


A dor de cabeça recorrente já faz parte da realidade de muitos brasileiros e, em meio à rotina intensa, costuma ser ignorada ou tratada apenas com analgésicos. O que pouca gente considera é que esse desconforto pode ter relação direta com alterações na visão. Em um cenário marcado por longas horas diante de telas e exigência constante de foco, cresce o número de pessoas que convivem com sintomas persistentes sem investigar a origem de forma adequada.

De acordo com o Dr. Leopoldo Ribeiro, oftalmologista do H.Olhos, alguns sinais ajudam a diferenciar quando o incômodo pode estar associado ao sistema visual. “Quadros que surgem após leitura prolongada, uso contínuo de dispositivos eletrônicos ou atividades que exigem concentração são indícios importantes. O paciente também pode relatar sensação de peso ao redor dos olhos ou dificuldade para manter a nitidez ao longo do dia”, explica.
 

Entre os fatores mais comuns estão os erros refrativos não corrigidos, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que exigem esforço constante para compensação. “Quando a pessoa não enxerga com clareza, há uma tentativa involuntária de ajustar o foco, o que gera sobrecarga. Esse processo contínuo pode desencadear desconforto na região da testa ou nas têmporas”, afirma o especialista.
 

Outro ponto relevante envolve a capacidade de acomodação, especialmente em adultos que passam muitas horas em frente a telas. “O uso prolongado de celulares e computadores reduz a frequência do piscar e exige adaptação constante da musculatura ocular. Isso pode provocar fadiga, sensação de ardência e, em muitos casos, dor associada ao esforço visual”, destaca o médico.
 

Alterações no alinhamento ocular também podem estar por trás desses quadros. “Quando os olhos não trabalham de forma coordenada, o cérebro precisa fazer um esforço adicional para unir as imagens. Essa sobrecarga pode se manifestar com desconforto, tontura ou até dificuldade de concentração em tarefas simples”, pontua.
 

Fatores externos contribuem para agravar a situação. Ambientes com iluminação inadequada, contraste excessivo de brilho e postura incorreta durante atividades visuais intensificam os sintomas ao longo do dia. “Pequenos ajustes no ambiente de trabalho já fazem diferença significativa na rotina, reduzindo a sobrecarga e melhorando o desempenho visual”, orienta o oftalmologista.
 

Apesar da relação frequente, o especialista reforça que nem todo quadro está ligado à visão, o que torna a avaliação clínica ainda mais importante. “A investigação deve ser individualizada. Observar quando o sintoma aparece, sua duração e intensidade ajuda a direcionar o diagnóstico e evita tratamentos inadequados”, ressalta.
 

A principal recomendação é não negligenciar sinais persistentes e incluir o check-up oftalmológico na rotina de cuidados com a saúde. “Mesmo na ausência de queixas evidentes, consultas periódicas permitem identificar alterações precocemente. Cuidar da saúde ocular vai além de enxergar bem, é uma forma de preservar qualidade de vida e bem-estar”, conclui o Dr. Leopoldo Ribeiro.

Criminosos usam ligações falsas em nome de bancos e INSS para aplicar golpes em aposentados


Criminosos têm utilizado falsas ligações em nome de instituições financeiras e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para aplicar golpes e obter dados pessoais de vítimas em todo o Brasil. Na abordagem, se passam por funcionários e alegam problemas na conta, necessidade de atualização cadastral ou risco de bloqueio de benefícios. 

Com informações como nome completo e CPF, os golpistas tornam a fraude mais convincente e passam a solicitar dados sensíveis, como senhas e códigos enviados por SMS. Em seguida, induzem a realização de transferências via Pix sob o pretexto de “regularizar” ou “proteger” a conta.

O golpe tem se sofisticado com o uso de tecnologias que simulam centrais de atendimento, clonam números oficiais e reproduzem mensagens automatizadas semelhantes às de instituições reais. Em alguns casos, os criminosos permanecem na linha e orientam a vítima durante toda a operação.

“Os criminosos têm se sofisticado no uso de engenharia social, explorando gatilhos como urgência e medo para induzir decisões rápidas e reduzir a capacidade crítica dos clientes. Por isso, atuamos de forma contínua no fortalecimento dos nossos mecanismos de segurança e na ampliação das ações de orientação, com foco em prevenção, conscientização e antecipação de riscos”, destaca Lívia Silva, gerente de Prevenção a Fraude do Banco Mercantil.

O principal sinal de alerta é justamente o senso de urgência criado durante a ligação. A vítima é pressionada a agir rapidamente para evitar supostos bloqueios ou prejuízos. “O Banco Mercantil, assim como outras instituições financeiras e o INSS, não realizam solicitações de senhas, códigos de segurança ou transferências por telefone. Esse tipo de abordagem é um indicativo claro de fraude”, destaca a executiva.

Em caso de contato suspeito, a orientação é encerrar a ligação imediatamente e buscar os canais oficiais da instituição para confirmar a informação. Também é importante não compartilhar dados pessoais, não realizar transações sob orientação de terceiros e evitar retornar chamadas de números desconhecidos.

Compartilhar esse tipo de alerta com familiares, especialmente idosos, também é fundamental, já que esse público é um dos principais alvos. “Informação e cautela são essenciais para prevenir fraudes”, reforça a especialista.

Light e Polícia Civil identificam furto de energia em pavilhões da Uruguaiana


Na última quarta-feira (18), uma ação conjunta da Light com a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), identificou um caso de furto de energia elétrica no Mercado Popular Uruguaiana, no Centro do Rio.

A inspeção identificou três medidores de energia dos pavilhões com adulteração, que acontecia desde setembro de 2025, e permitia o consumo irregular de eletricidade sem a devida medição e faturamento pela concessionária. A Light estima que, ao longo de sete meses, o prejuízo causado pelo furto foi de aproximadamente R$ 807 mil.

 

Furto de energia: prejuízo para todos

Nos primeiros dez meses de 2025, a Light regularizou quase 2.400 ligações clandestinas e normalizou mais de 118 mil instalações irregulares em residências e comércios. No total, foram recuperados 132 GWh de energia, volume suficiente para abastecer cerca de 54 mil residências por um ano.

 

Denuncie

O furto de energia é crime. Para reforçar o combate a esse tipo de prática, a Light mantém parceria com o Disque-Denúncia. Ligações clandestinas e furtos de cabos podem ser denunciados, de forma anônima, pelo telefone (21) 2253-1177, disponível 24 horas.