domingo, 3 de maio de 2026

Denervação renal como alternativa de tratamento para pacientes com hipertensão resistente


A hipertensão arterial, condição crônica que afeta cerca de 30% da população adulta no Brasil, sendo mais frequente em mulheres do que em homens, representa um dos maiores desafios para a saúde pública. Representa a primeira causa prevenível de morte cardiovascular e entre as mulheres é responsável por 1 em cada 3 óbitos anualmente.

Conhecida como uma "assassina silenciosa", a hipertensão evolui sem sintomas aparentes na maioria dos casos, mas suas consequências são devastadoras, incluindo o aumento do risco de infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doença renal com necessidade de diálise.

Para um grupo de pacientes cuja pressão não é controlada mesmo com o uso de múltiplos medicamentos, a chamada hipertensão resistente, a denervação renal surge como uma alternativa terapêutica inovadora e minimamente invasiva.

“A hipertensão arterial é perigosa não por causar dor imediata, mas porque geralmente age lentamente, podendo passar despercebida e levar a eventos graves e até fatais”, explica o Dr. Rodolfo Staico, cardiologista intervencionista do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, com ampla experiência no procedimento de Denervação Renal.

Sintomas, diagnóstico e os limites do tratamento convencional

Na maioria dos casos, os sintomas só aparecem quando a pressão atinge níveis muito elevados, manifestando-se como dor de cabeça, fadiga, tontura ou visão embaçada. O tratamento tradicional combina mudanças no estilo de vida, como dieta balanceada e atividade física, com o uso de medicamentos.

Entretanto, parte dos pacientes não responde adequadamente a essa abordagem. Para esse grupo, em que os hábitos de vida saudáveis e o uso de múltiplas medicações não é suficiente para controlar os níveis de pressão arterial, condição conhecida como hipertensão resistente, a denervação renal representa uma alternativa terapêutica complementar ao tratamento tradicional.

“A hipertensão resistente é uma condição na qual a pressão continua elevada mesmo com o uso de pelo menos três medicamentos em doses adequadas. Nesses casos, é fundamental investigar a adesão ao tratamento, a adoção aos hábitos de vida saudáveis e as possíveis causas secundárias”, detalha o Dr. Staico.

Denervação renal: uma nova fronteira no tratamento

Para pacientes com hipertensão resistente, a denervação renal se apresenta como uma solução. O procedimento é minimamente invasivo e atua sobre os nervos simpáticos localizados ao redor das artérias renais, que desempenham um papel central na elevação anormal da pressão arterial nestes pacientes.

“A técnica é semelhante a um cateterismo. Através de uma punção, um cateter dedicado é introduzido pela virilha e guiado até as artérias renais, onde é aplicada energia por radiofrequência que interrompe a hiperatividade dos nervos simpáticos. O efeito não é imediato, mas progressivo e sustentado, com uma melhora significativa na pressão entre um e seis meses após o procedimento”, afirma o Dr. Rodolfo Staico. A terapia deve ser indicada em casos selecionados e avaliados apropriadamente pelo médico.

Instituto Dante Pazzanese como Centro de Referência

No Brasil, o acesso à denervação renal ainda é restrito a poucos centros. O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, se destaca como uma das principais referências na área, com equipes multidisciplinares e a infraestrutura necessária para realizar o procedimento com segurança.

“O Dante Pazzanese possui expertise para uma avaliação criteriosa e um protocolo que determina a indicação apropriada do procedimento. A denervação renal, quando aplicada em casos bem selecionados e executada com técnica adequada, traz benefícios incontestáveis”, finaliza o Dr. Staico. A consolidação dessa terapia no país representa um passo fundamental para oferecer uma nova esperança a pacientes que convivem com hipertensão arterial não controlada oferecendo melhor qualidade de vida e reduzindo o risco de sofrer eventos cardiovasculares e renais graves.

Especialista orienta como evitar furtos e golpes em aeroportos e hotéis durante feriado


Com o turismo em alta e o aumento da circulação em terminais e redes de hospedagem, principalmente em épocas de feriados que emendam com o fim de semana, como o do Dia do Trabalho, a segurança durante as viagens volta a ganhar destaque. Aeroportos e hotéis, por reunirem grande fluxo de pessoas nessa época, estão entre os principais pontos de atenção para quem busca evitar furtos, golpes e exposição de dados.

Embora esses espaços contenham sistemas de vigilância e protocolos de segurança, a delegada aposentada Marcia Gomes, que ocupa o cargo de Relações Institucionais do Grupo GR, acredita que atitudes simples por parte dos viajantes ainda são a forma mais eficaz de prevenção.

Nos aeroportos, o principal risco está nos momentos de distração. Etapas como check-in, inspeção de bagagens e embarque concentram grande movimentação e pressa, o que forma um cenário ideal para ações oportunistas. “Entre as recomendações estão não despachar objetos de valor, manter a bagagem sempre à vista e redobrar a atenção durante a passagem pelo raio-x, um dos pontos mais vulneráveis para furtos”, analisa.

Outro alerta importante, segundo a especialista, envolve o ambiente digital. O uso de redes Wi-Fi públicas pode expor dados sensíveis, assim como o uso de portas USB abertas para carregamento de dispositivos. A orientação é priorizar redes móveis ou utilizar ferramentas de proteção, como VPN.

Atenção também durante as hospedagens 

Já nos hotéis, antes mesmo da chegada, a recomendação é pesquisar a reputação do estabelecimento em plataformas especializadas, priorizando avaliações que mencionem segurança, localização e controle de acesso. “Hotéis bem avaliados nesses critérios tendem a adotar práticas de proteção mais rigorosas”, afirma.

No momento do check-in, a orientação é evitar exposição desnecessária. Pedir que o número do quarto seja informado de forma discreta e não compartilhar dados pessoais em ambientes comuns são medidas básicas. A atenção também deve se estender ao ambiente. “Se houver câmeras visíveis, circulação de funcionários e controle de entrada são indicativos positivos”, diz a especialista.

Segundo Márcia, cuidados simples dentro do quarto também fazem diferença. Testar trancas, utilizar cofres para guardar documentos e eletrônicos e nunca abrir a porta para desconhecidos são práticas recomendadas. “Em caso de dúvidas sobre a identidade de um funcionário, o ideal é confirmar diretamente com a recepção”.

Nos hotéis, também deve-se ter cuidado com as redes Wi-Fi públicas. A recomendação é evitar acessar aplicativos bancários ou informações pessoais nessas conexões. “É importante desconfiar de QR codes disponíveis no quarto, que podem ser adulterados para golpes”, ressalta.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Projeto aposta em profissionais 60+ para revolucionar ações promocionais e elevar conexão entre marcas e público


Em um cenário em que a economia da longevidade ganha cada vez mais força no Brasil, o Projeto Maturidade, criado em Petrópolis há décadas por Silvana Coelho, lança uma solução inovadora que promete transformar a forma como empresas se relacionam com o público nas ruas: a formação e indicação de profissionais 60+ para ações promocionais.

A iniciativa reposiciona uma atividade tradicional - a panfletagem - como uma poderosa ferramenta de experiência de marca. Ao investir em profissionais mais experientes, o projeto aposta em atributos como credibilidade, empatia e comunicação qualificada para gerar abordagens mais humanas e eficientes.

Com atuação já consolidada na capacitação de profissionais para os setores de turismo, varejo e hotelaria hospitalar, o Projeto Maturidade amplia agora seu impacto ao conectar empresas a uma mão de obra preparada, engajada e pronta para atuar.

“Quem está na rua não está apenas entregando um panfleto, está representando uma marca. E quando existe preparo e confiança, o resultado da ação muda completamente”, afirma Silvana Coelho, idealizadora do projeto.

Além da formação, o diferencial está na entrega completa: o projeto realiza a curadoria e indicação direta dos profissionais, reduzindo o tempo de recrutamento e garantindo equipes alinhadas às necessidades das campanhas.

A proposta já começa a ganhar adesão no mercado. A primeira empresa a apostar no modelo foi o Plano Vital Ligeiro, de Petrópolis (RJ), que já observa resultados positivos com uma abordagem mais qualificada e humanizada.

Para os participantes, o impacto vai além da renda: “Estamos felizes, motivados e nos sentindo valorizados”, relatam. Um engajamento que se reflete diretamente na qualidade das ações e na percepção das marcas.

Mais do que uma solução operacional, o Projeto Maturidade propõe uma mudança de olhar: transformar experiência em valor e inclusão em estratégia de negócios.

Com Flamengo e Palmeiras, Brasil Ladies Cup 2026 é confirmada no Brinco de Ouro, em Campinas


A quinta edição da Brasil Ladies Cup 2026 já tem data, local e formato definidos. A competição será realizada entre os dias 9 e 12 de julho, no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas, marcando uma nova fase do torneio, que segue em expansão no cenário do futebol feminino.

Entre as equipes confirmadas estão o Palmeiras, atual campeão, o Flamengo (que retorna à competição após três anos), a Seleção Paraguaia Feminina e o Peñarol, completando o grupo de participantes desta edição. Os critérios de participação priorizam o nível técnico e o apelo midiático, reforçando a proposta de reunir protagonistas da modalidade.

O formato da competição prevê abertura com rodada dupla de semifinais no dia 9 de julho. Já no dia 12, serão disputadas a decisão de terceiro lugar e a grande final. O chaveamento, horários e transmissões serão divulgados posteriormente pela organização.

Mais do que um torneio, a Brasil Ladies Cup se consolida como uma plataforma de desenvolvimento do futebol feminino. A programação inclui, além dos jogos, dois dias de palestras e workshops, que acontecerão nos dias 10 e 11 de julho, na sala de imprensa do próprio estádio, com referências do setor abordando temas como capacitação, gestão, marketing, aspectos técnicos e inclusão.

“O nosso objetivo é construir um ecossistema que vá além das quatro linhas. A Brasil Ladies Cup é pensada como uma plataforma completa de desenvolvimento, que conecta atletas, clubes, marcas e o público em torno do crescimento do futebol feminino”, afirma Fábio Wolff, membro do comitê organizador.

Outro destaque desta edição é a mudança de sede para Campinas e a ampliação das ações de engajamento. “A escolha de Campinas, o retorno de equipes importantes e as novas ativações mostram que estamos evoluindo a cada edição. Queremos entregar um evento cada vez mais relevante, tanto esportivamente quanto em termos de experiência e legado”, completa Wolff.

Com expectativa de alto nível técnico e maior visibilidade, a Brasil Ladies Cup reforça o crescimento do futebol feminino no Brasil e na América do Sul. A competição surge como mais um indicativo de um ambiente em consolidação, impulsionado pelo interesse do público, investimento de marcas e maior presença nos meios de comunicação, um cenário que dialoga diretamente com a preparação do país para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027.

 

ENEL remove ligação clandestina de energia que abastecia casa utilizada como estufa para plantação de cannabis em Cabo Frio


A Enel Distribuição Rio realizou nesta quarta-feira (29), em Cabo Frio, uma operação de combate a irregularidades no consumo de energia, em parceria com os agentes da 126ª DP. As equipes chegaram a uma casa utilizada para a plantação de Cannabis sativa que desviava ilegalmente a energia elétrica.

A irregularidade foi desfeita e, em seguida, realizada a instalação de um medidor de energia no poste da companhia. A polícia fez o registro da ocorrência e vai notificar o responsável pela plantação clandestina e pela fraude na energia elétrica, que não estava no local no momento da operação.

Furtar energia é crime e causa riscos

Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão. Com a nova lei sancionada, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena pode subir para até oito anos.

Quem realiza "gato" de energia também está sujeito ao pagamento dos valores correspondentes ao consumo não registrado durante o período da irregularidade. Além disso, o furto de energia compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a segurança da população, especialmente de quem manipula a rede elétrica de forma clandestina.

As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecargas na rede, além de provocar interrupções no fornecimento de energia. A estimativa da Enel é que, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em cerca de 5%.

Sobre a Enel Distribuição Rio

A Enel Distribuição Rio atende 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, abrangendo 73% do território estadual, com cobertura de uma área de 32.188 km². A Região Metropolitana de Niterói e São Gonçalo e os municípios de Itaboraí e Magé representam a maior concentração do total de 3 milhões de clientes atendidos pela companhia.

Por que sua pele perde firmeza na menopausa e o que fazer agora?


Se tem uma fase da vida que traz mudanças silenciosas, e muitas vezes inesperadas para a pele, é a perimenopausa e a menopausa. O que antes funcionava na rotina de cuidados já não entrega os mesmos resultados, e sinais como ressecamento, perda de firmeza e manchas começam a aparecer com mais frequência.

A explicação está nos hormônios. Com a queda do estrogênio, a pele perde colágeno, fica mais fina e tem mais dificuldade de reter água. O resultado é uma pele mais sensível, menos viçosa e que exige novos cuidados. Não apenas no rosto, mas também no corpo, onde a flacidez, o ressecamento e a perda de elasticidade se tornam mais evidentes.

Ao mesmo tempo, cresce o interesse por soluções que ajudem a manter a qualidade da pele e o bem-estar nessa fase da vida. Esse movimento acompanha uma mudança maior no comportamento feminino. Segundo o IBGE, o Brasil já soma cerca de 59 milhões de pessoas com mais de 50 anos, um público cada vez mais ativo, informado e disposto a investir em saúde, autoestima e qualidade de vida. Não por acaso, avança a chamada “economia da longevidade”, que inclui cuidados estéticos e corporais.

Na prática, isso significa que a rotina precisa mudar e começar pelo básico. “Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais. Nessa fase, a pele perde capacidade de retenção de água e fica mais suscetível a danos externos, então reforçar a barreira cutânea é prioridade”, explica o responsável técnico da Royal Face, Dr. Killian Cristof.

Esse cuidado deve se estender também ao corpo, com o uso de hidratantes mais potentes, estímulo à circulação e tratamentos que ajudem a manter a firmeza e a textura da pele em regiões como braços, abdômen e colo, áreas que também sofrem com as alterações hormonais.

Outro ponto importante é rever os produtos usados. Fórmulas muito agressivas tendem a sensibilizar ainda mais a pele, enquanto ativos hidratantes e regeneradores passam a fazer mais sentido. “A rotina passa a ser mais voltada à reparação e à manutenção da estrutura da pele, com antioxidantes, estimuladores de colágeno, hidratantes e fotoproteção”, orienta o especialista.

Esse novo olhar sobre o cuidado acompanha o crescimento do setor de estética, um dos mais fortes no Brasil. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o país está entre os líderes globais em procedimentos estéticos, com destaque para técnicas não cirúrgicas, como toxina botulínica e preenchimentos.Mas, diferente de anos atrás, o objetivo mudou. “Hoje, as pacientes buscam melhora da qualidade da pele e não transformação facial. Naturalidade é um dos principais critérios de sucesso”, destaca.

Entre os tratamentos mais procurados nessa fase, tanto para o corpo quanto para o rosto, estão os bioestimuladores de colágeno (que ajudam a recuperar a firmeza da pele ao estimular a produção natural dessa proteína); os skinboosters (indicados para hidratação profunda e melhora da qualidade da pele); além de tecnologias como ultrassom microfocado, que atua na flacidez e ajudam a dar mais sustentação aos tecidos.

“Para melhores resultados, o mais indicado é combinar técnicas diferentes, que atuam em camadas e funções distintas da pele, proporcionando resultados progressivos e mais duradouros”, explica.

Com mais informação, as mulheres também chegam mais conscientes aos consultórios e com expectativas diferentes. A busca agora é por resultados sutis, progressivos e que respeitem a individualidade de cada rosto e corpo. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto apenas como estética e passou a ocupar um lugar importante na saúde emocional e na qualidade de vida. Nesse cenário, a prevenção ganha força. Cada vez mais mulheres começam a cuidar da pele antes mesmo da menopausa, apostando em protocolos que ajudam a preservar a firmeza e a hidratação ao longo do tempo.

E, mais do que um cuidado pontual, a lógica agora é de continuidade. “O envelhecimento é um processo contínuo, então o tratamento também deve ser. O acompanhamento permite ajustar protocolos e manter resultados naturais ao longo do tempo”, conclui o Dr. Killian.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A psicologia afirma que adultos na faixa dos 30 e 40 anos que continuam jogando videogames estão construindo algo que só verão aos 70 anos


A associação entre jogar videogames e imaturidade é uma combinação tão enraizada na população que muitos nem questionam o quão equivocada ela é. Não se trata apenas de a psicologia já ter apontado em direções completamente opostas para definir como os jogadores amadureceram de forma diferente no passado; trata-se também de que, partindo dessa mesma premissa, ela também está olhando para o futuro daqueles que, na faixa dos 30 ou 40 anos, continuam jogando videogames.

Os benefícios de continuar jogando depois dos 30 anos

Sem precisar entender como as redes neurais funcionam, a ideia proposta pela OMS não poderia ser mais simples. Se a deterioração cerebral se acelera com a idade, manter um nível elevado de estimulação durante essa fase é fundamental para retardar o aparecimento de doenças como o Alzheimer.

O que os estudos neurológicos ainda não podem comprovar, mas acreditam ter uma boa base para afirmar, é que adultos na faixa dos 30 ou 40 anos que continuam jogando desde a infância estão, sem saber, treinando suas habilidades cognitivas. As redes neurais geradas por esse passatempo constante, que, no melhor cenário, permanecerá ativo na velhice, moldarão o que é conhecido como Reserva Cognitiva.

Digamos que, se essa deterioração neuronal vai acontecer mais cedo ou mais tarde, o que essa área da psicologia e da neurologia propõe é que os jogadores serão capazes de compensar os danos cerebrais graças a todas as redes adicionais que construíram ao longo dos anos, as quais, ao contrário, aqueles que não jogaram videogames, ou pararam de jogar, não possuem.

único problema com toda essa premissa é que, embora tenhamos visto estudos mostrando aumentos consideráveis ​​na massa cinzenta após 6 meses jogando títulos como Super Mario 64, os millennials que cresceram jogando videogames e continuaram a fazê-lo consistentemente ainda não chegaram aos 70 anos.

Em outras palavras, embora tenhamos evidências teóricas e práticas suficientes para acreditar que um futuro melhor os aguarda, ainda não chegou o momento de analisar esses resultados na velhice. No entanto, isso não diminui o valor dos dados que já possuímos.

Daqui a 30 anos, quando alguém começar a cruzar dados sobre a saúde mental dos idosos e compará-los com seus hobbies, alguém terá que explicar por que a mente daqueles que continuaram jogando videogames envelheceu melhor do que a dos demais.