domingo, 29 de março de 2026

ENEL Rio registra aumento de 7% nas ocorrências de furtos de energia

Flagrantes foram resultados de operações realizadas de janeiro a dezembro de 2025, em parceria com a Polícia Civil, e mostram crescimento em relação a 2024;

Estabelecimentos comerciais responderam por mais de 60% das ocorrências;

Nos dois primeiros meses deste ano, equipes já registraram 30 ocorrências;

O furto de energia afeta a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca a população em risco. 

Rio de Janeiro, 27 de março de 2026 – A Enel Rio contabilizou um aumento de 7% nas ocorrências de furtos de energia em sua área de concessão, registradas durante as operações de combate a irregularidades realizadas em 2025. O levantamento mostra ainda que mais de 100 pessoas já foram presas em flagrante pelo furto de energia, resultado das ações conduzidas em parceria com a Polícia Civil e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Somente nos dois primeiros meses deste ano, as equipes registraram 30 ocorrências, com 14 prisões efetuadas.

As operações de combate a irregularidades são realizadas pela distribuidora de forma sistemática, com o objetivo coibir o furto de energia, popularmente conhecido como “gato”, que causa prejuízos à rede elétrica, afeta a qualidade do fornecimento e coloca em risco a segurança da população.

Em 2025, São Gonçalo foi o município da área de concessão da Enel Rio com maior número de ocorrências. Em seguida, estão Niterói, Rio das Ostras, Angra dos Reis e Paraty. Juntos, esses cinco municípios respondem por quase metade dos registros emitidos no último ano. Niterói, São Gonçalo e Rio das Ostras também registraram o maior número de prisões em flagrante.

Comércios irregulares

Do total de casos registrados no ano passado, 62,8% ocorreram em estabelecimentos comerciais e 35,7% em residências. Casos isolados também foram identificados em clientes rurais e grandes consumidores.

Os flagrantes de maior impacto foram realizados em restaurantes, bares, lanchonetes, supermercados, oficinas e outros estabelecimentos. Em junho, técnicos da Enel, acompanhados por policiais civis, identificaram gatos” de energia em uma fábrica de falsificação de produtos do ramo de beleza, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na ocasião, além das ligações diretas e irregulares, sem o medidor de energia, mais de 20 toneladas de produtos falsificados foram apreendidas pelos agentes, mercadorias que eram revendidas em plataformas digitais.

No mesmo mês, em Niterói, os agentes identificaram irregularidades em uma fábrica de gelo, onde também foram encontrados cabos de alumínio de uso exclusivo da distribuidora.

Já em Campos dos Goytacazes, a distribuidora flagrou ligações irregulares no último ano em um bar e arena de beach tênis, uma distribuidora de segurança eletrônica, uma recauchutadora de pneus e uma fábrica de tijolos. As ligações estavam conectadas de forma irregular, ora diretamente à rede da distribuidora, ora com fraudes no medidor de energia. Na fábrica de tijolos, as equipes ainda apreenderam 30 metros de cabos de uso exclusivo da distribuidora.

Furtar energia é crime e causa riscos

As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecargas na rede, além de provocar interrupções no fornecimento de energia. A estimativa da Enel é que, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em cerca de 5%.

Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão. Com a nova lei sancionada, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena pode subir para até oito anos.

Quem realiza "gato" de energia também está sujeito ao pagamento dos valores correspondentes ao consumo não registrado durante o período da irregularidade. Além disso, o furto de energia compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a segurança da população, especialmente de quem manipula a rede elétrica de forma clandestina.

Furtar energia é crime e representa riscos para a sociedade. Além de prejudicar o fornecimento, as ligações irregulares podem provocar curtos-circuitos, choques elétricos e grandes incêndios. A Enel Rio tem intensificado suas ações de orientações e fiscalização, com foco na segurança e na integridade da rede e de todos os clientes”, disse Irapuã Prates, responsável por Operações de Perdas da Enel Rio.


O custo do sachê: quando pequenas porções viram desperdício na alimentação


Impacto no controle de porções, no desperdício e na rentabilidade coloca os sachês no centro da gestão da alimentação fora do lar

Você já fez a conta de quantos sachês vão para o lixo todos os dias no seu estabelecimento? Às vezes eles ficam fechados na mesa, às vezes são usados pela metade e descartados logo depois. Esse cenário, comum em padarias, lanchonetes, bares e restaurantes, entrou em discussão na Europa após o Conselho da União Europeia aprovar o Regulamento (UE) 2025/40, que prevê a redução de embalagens descartáveis, incluindo porções individuais de molhos e condimentos, sempre que o restaurante puder servir esses produtos de outra forma.
 

“Na correria da operação, o sachê parece a solução mais simples. Mas ele cria uma porção padrão que nem sempre é o que o cliente realmente precisa e muitas vezes ele pega mais do que o necessário. Quando sobra produto, estamos falando de alimento e dinheiro indo para o lixo”, explica Sandra Gomes, Gerente Comercial de Gastronomia da Prática. “Pode parecer pouco em cada mesa, mas no volume diário de um restaurante, isso ganha proporção.”
 

A nova regra europeia começa a valer de forma geral a partir de agosto de 2026 e pode ter etapas até 2030. Ela restringe embalagens plásticas de uso único em hotéis, bares e restaurantes, incluindo ketchup, maionese, mostarda e açúcar em sachês, sempre que existirem alternativas como refis ou dispensers.
 

O tema não é só embalagem, é gestão de alimento. Em muitos estabelecimentos, o cliente pega dois ou três sachês “por garantia”. Parte não é usada. Outra parte é aberta e não é consumida até o fim. No final do dia, isso representa desperdício de produto que já foi comprado, armazenado e pago.
 

Além disso, cada sachê envolve custo, compra do insumo, embalagem, transporte, armazenamento e descarte. Quando o controle das porções não é bem pensado, o desperdício acontece sem que o dono perceba. E, em um setor onde a margem costuma ser apertada, pequenos excessos diários fazem diferença no resultado do mês.
 

“Quem trabalha com alimentação sabe que lucro está nos detalhes. Controlar melhor as porções, reduzir sobras e organizar a forma de servir molhos e acompanhamentos é uma decisão estratégica. O debate sobre sachês é, no fundo, uma conversa sobre eficiência, cuidado com o alimento e saúde financeira do negócio”, finaliza Sandra.
 

Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/

Quatro dicas para manter o hábito da atividade física e fugir do sedentarismo

Levantamento revela que mais de 60% dos praticantes abandonam a academia nos primeiros meses do ano, elevando o risco do sedentarismo e do surgimento de doenças crônicas

Entre as metas mais populares para o início de ano está a atividade física. No entanto, a motivação aos treinos pode diminuir ao longo dos primeiros meses e provocar a desistência do compromisso.

A manutenção da constância dos treinos exige estratégias como o ajuste de expectativas sobre resultados estéticos e a adoção de treinos mais curtos para evitar que a falta de tempo interrompa o hábito.

O uso de meias de compressão graduada auxilia na continuidade das atividades físicas, pois reduz a fadiga muscular e melhora o retorno venoso para prevenir dores e inchaços nas pernas.

Ajuste de expectativas: o foco no bem-estar diário e treinos mais curtos, de 30 a 45 minutos, evitam a frustração por falta de tempo.

Constância: seguir o cronograma é fundamental. A frequência na atividade é uma das etapas mais importantes para colher resultados positivos em médio e longo prazo.

Resultados além do estético: uma das ilusões mais comuns é a espera por mudanças físicas imediatas. No entanto, é importante notar que outros benefícios surgem mais rápido, como a melhora do sono e da disposição.

Conforto físico e suporte: o surgimento de dores musculares e o desconforto nas pernas são causas frequentes de desistência. O alongamento adequado, orientações corretas para a execução das atividades e o uso da compressão graduada favorecem a recuperação muscular e o melhor desempenho nos exercícios.

O encerramento do primeiro trimestre costuma ser um período de revisão de muitas das promessas feitas na virada do ano. É comum que muitas pessoas se comprometam a realizar mais atividades físicas, cuidar mais da alimentação e guardar dinheiro, por exemplo. Ao longo dos meses seguintes, porém, muitos desses compromissos precisam ser revistos porque não estão sendo cumpridos.


No caso da prática de exercícios físicos, um levantamento da Opinion Box, empresa especializada em pesquisas de mercado e comportamento do consumidor, revela que 63% dos alunos desistem da academia nos primeiros meses do ano. Esse fenômeno de abandono precoce reforça o desafio de transformar o entusiasmo inicial em uma rotina sustentável a longo prazo.


A falta de atividade física gera impactos diretos na saúde pública e atinge cerca de 40% da população adulta brasileira, conforme os dados da Pesquisa Vigitel 2024 e projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde, o sedentarismo é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas como hipertensão, insuficiência venosa e trombose. A atenção deve ser redobrada a partir dos 40 anos, idade em que o metabolismo e o sistema circulatório exigem cuidados específicos. Para quem busca manter o ritmo e evitar os perigos associados à inatividade, existem quatro estratégias essenciais que auxiliam ao longo deste processo:


Saúde vascular fortalecida

Os principais benefícios da atividade física são os reflexos positivos na saúde das pernas. A Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) destaca que o exercício ativa a musculatura da panturrilha, essencial para o retorno venoso e para a prevenção de inchaços.

 

Neste contexto, a recomendação para o uso de compressão graduada ganha relevância. Diferente de uma meia comum, ela exerce uma pressão controlada que auxilia as veias no transporte do sangue de volta ao coração. Para quem luta contra a fadiga nas pernas e busca cumprir o cronograma de exercícios, a terapia de compressão oferece vantagens como redução da fadiga, recuperação acelerada, suporte e conforto ao longo do dia.

 

A SIGVARIS GROUP, referência no tratamento de doenças circulatórias, desenvolve soluções médicas de alta qualidade que unem suporte técnico e bem-estar. O portfólio da marca apresenta modelos com diferentes texturas e cores que se adequam à rotina da prática esportiva.

 

Escute suas Pernas

 

Para conscientizar a sociedade sobre os riscos e a importância de se prevenir doenças venosas, a SIGVARIS GROUP lançou a campanha "Escute Suas Pernas", que visa compartilhar informações de saúde em todos os seus canais. Saiba mais no site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e no perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais.

 

2026 será a era do reconhecimento inteligente: Como a IA identifica comportamentos positivos

 


Por Samir Iásbeck 

O ano de 2026 tem todas as características para ser lembrado como a era do reconhecimento inteligente e de como a inteligência artificial pode identificar e valorizar comportamentos positivos no ambiente de trabalho. Os desafios dos últimos anos mostram que engajamento e produtividade não se sustentam apenas em planos de carreira ou em aumentos salariais pontuais. Eles dependem de reconhecer de forma consistente o que as pessoas fazem no dia a dia e como contribuem para os objetivos coletivos da organização.
 

Os números disponíveis em pesquisas recentes deixam isso claro. De acordo com dados coletados por plataformas especializadas em engajamento e reconhecimento, como a francesa Sociabble, 83,6% dos profissionais afirmam que serem reconhecidos influencia diretamente sua motivação para ter sucesso no trabalho, e 77,9% acreditam que seriam mais produtivos se fossem reconhecidos com mais frequência. Outro dado mostra que 81,9% consideram que o reconhecimento por suas contribuições melhora seu engajamento.
 

Esses números apontam que reconhecimento é mais do que um gesto simbólico: ele está ligado à forma como as pessoas se sentem motivadas a continuar contribuindo de forma positiva para seus times e organizações. Já os relatórios do Achievers Workforce Institute indicam que apenas 23% dos funcionários se sentem realmente reconhecidos por seus gestores de forma adequada e que a maior parte dos profissionais ouve elogios apenas algumas vezes por ano ou menos. Esse dado mostra um problema profundo nas práticas de gestão do reconhecimento e explica por que muitos profissionais acabam ficando desengajados ou procurando outras oportunidades.
 

Estudos que reúnem diversas estatísticas também mostram que empresas com programas eficazes de reconhecimento tendem a ter taxas de rotatividade voluntária significativamente menores e melhores indicadores de desempenho organizacional. Por exemplo, organizações com reconhecimento consistente podem ver uma redução de até 31% na rotatividade voluntária e um impacto positivo na cultura e no desempenho geral das equipes, segundo a consultoria Gallup.
 

Esses achados mostram que reconhecer comportamentos positivos têm um impacto real na experiência dos profissionais e nos resultados das empresas. A inteligência artificial entra nesse cenário como recurso que pode ampliar e sistematizar a capacidade de fazer esse reconhecimento de forma frequente, contextualizada e escalável. Ferramentas com IA podem analisar dados de colaboração, participação em projetos e padrões de contribuição para identificar comportamentos que merecem ser notados e reforçados.
 

Quando bem utilizadas, elas ajudam a eliminar vieses e a trazer consistência ao processo, proporcionando insights que gestores humanos muitas vezes não conseguem perceber sozinhos. Ao integrar IA com práticas de reconhecimento, as organizações conseguem estruturar feedbacks mais rápidos e baseados em evidências, transformar comportamentos desejáveis em métricas observáveis e criar uma cultura de apreciação contínua.
 

Isso não apenas melhora o engajamento das equipes e promove o senso de pertencimento, mas também fortalece a retenção de talentos e a capacidade de inovar em um mercado que valoriza cada vez mais experiência, propósito e colaboração. Se 2025 foi o ano em que muitas empresas começaram a experimentar com IA focada em tarefas operacionais, 2026 promete ser o ano em que essa tecnologia será percebida como uma aliada essencial na gestão de pessoas e na construção de culturas mais humanas e produtivas.
 

No contexto geral, a combinação de dados públicos sobre reconhecimento e as capacidades crescentes da IA indicam que reconhecer comportamentos positivos não é apenas uma prática recomendada, mas um dos principais motores de desempenho e bem-estar no ambiente de trabalho contemporâneo.
 

*Samir Iásbeck, CEO e Fundador do Qranio, plataforma LMS/LXP customizável que tem como objetivo auxiliar empresas na criação de programas de treinamentos personalizados para seus colaboradores e que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais. Seu foco é criar cursos que possibilitem que os funcionários destas organizações tenham acesso às informações na hora e no local que necessitam, por meio de recursos que incentivam o autodesenvolvimento.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Turma do Balão: A nova sensação do humor popular


O blog Papo de Nível apresenta oficialmente a Turma do Balão, um coletivo de personagens caricatos e debochados que chegaram para transformar a sexta-feira em um verdadeiro espetáculo de humor popular. Com estética vibrante, traços exagerados e personalidades únicas, cada integrante da turma traz consigo uma dose de caos e diversão.

Quem são os personagens?

Balão Cachaçeiro: símbolo da farra, sempre com a garrafa na mão e pronto para desaparecer na hora da conta.
Pastel do Tigrinho: malandro de feira, que jura ter comido só um pastelzinho e nunca quer dividir a cerveja.
Pirulita: doce colorida, mas com língua afiada, especialista em fofocas até na hora de pagar.
Cuscuz: misterioso e estiloso, paga só em moedas e demora meia hora para contar.
Ketchup Safado: escorrendo e metido, sempre se oferece para dividir mas some antes da maquininha chegar.

O que esperar da Turma?

A proposta é simples: trazer humor direto do cotidiano, com situações que todo mundo já viveu - da mesa de bar à feira popular. Cada thread publicada no perfil oficial da turma no X, , é uma esquete que mistura texto debochado e artes caricatas, convidando o público a interagir e escolher seus personagens favoritos.

Por que seguir?

A Turma do Balão não é apenas entretenimento: é uma comunidade de humor que cresce a cada semana. Ao acompanhar, você garante boas risadas, participa das enquetes e se torna parte da bagunça.

Prepare-se para sextar com estilo. Siga @papodenivel e entre na roda da Turma do Balão. Porque aqui, toda sexta é dia de treta, gargalhada e muita irreverência.


Papo de Nível: onde o humor popular encontra a criatividade digital.

Outono chegando: prepare bolinho de chuva e aproveite os dias mais frios da estação


Quem nunca associou um dia frio ou chuvoso ao cheiro de bolinho de chuva sendo preparado na cozinha? Esse clássico da culinária brasileira, feito com ingredientes simples e servido quentinho, é uma das receitas que mais despertam memórias afetivas. Não por acaso, de acordo com Ranking divulgado pelo Google, ele aparece entre as receitas mais buscadas pelos brasileiros na internet.

 
Para o chef de gastronomia da Prática, Rafael Fraga, a popularidade do bolinho de chuva está justamente na combinação entre tradição e praticidade. “É uma receita simples, com ingredientes básicos como farinha, ovos, leite e açúcar, mas que exige alguns cuidados para alcançar a textura ideal. A massa precisa ficar mais pastosa do que líquida, e a fritura deve acontecer entre 160 °C e 180 °C para garantir bolinhos dourados por fora e macios por dentro”, explica.
E para quem quer reproduzir essa experiência, o preparo é mais simples do que parece.
Receita de bolinho de chuva
 
• 500 g de farinha de trigo
• 1 xícara de açúcar
• 15 g de fermento químico em pó
• 200 ml de leite

• 2 ovos 

Misture os ovos, o leite e o açúcar à farinha até obter uma massa pastosa.

Com uma colher, coloque pequenas porções da massa em óleo quente, entre 160 °C e 180 °C

 Quando os bolinhos estiverem dourados, retire, escorra e passe no açúcar com canela.

Além do preparo simples, o bolinho de chuva também se destaca pela versatilidade. Ele pode ser servido em diferentes ocasiões, como no café da manhã ou da tarde, e até ganhar versões personalizadas com ingredientes como banana, chocolate ou especiarias.
 
“O diferencial do bolinho de chuva está em como ele é feito. Quando bem preparado, ele fica leve, aromático e com uma textura que faz toda a diferença, e é isso que transforma uma receita simples em algo tão especial”, finaliza o chef.
 
A Prática, fundada em 1991, oferece o que há de mais moderno em fornos profissionais, ultracongeladores e máquinas de panificação. Com mais de 800 colaboradores, sendo 55 deles em P&D, a Prática é líder no segmento de equipamentos para o preparo de alimentos no Brasil e atua em mais de 60 países.
 
Ajudar seus clientes a prepararem comida de qualidade sem desperdícios é o propósito da Prática. Entendemos a importância do nosso papel na cadeia que se inicia nos campos e lavouras até a oferta de alimentos preparados para as pessoas.

Ingredientes
Modo de preparo
Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/
 
Sobre a Prática

Mais do que equipamentos, a Prática oferece soluções integradas e uma rede de suporte pré e pós-venda que permite a seus clientes realmente aprimorar suas operações. Por meio dos seus chefs e nutricionistas, a Prática apoia a implementação de processos de melhoria na qualidade e combate ao desperdício

Entenda porque condomínios eficientes gastam menos, mesmo investindo mais


 *Por Ricardo Chalfin

Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos. Essa aparente contradição revela uma mudança de mentalidade que o setor precisa amadurecer: eficiência não é sinônimo de cortar custos, mas de alocar recursos com inteligência.

Durante décadas, a lógica predominante foi a da economia imediata. Reduzir contratos, postergar manutenções, adiar investimentos. O problema é que condomínios são estruturas complexas, com ativos físicos, pessoas, obrigações legais e impactos patrimoniais. Quando a gestão se orienta apenas por contenção de despesas, ela cria passivos invisíveis que aparecem mais tarde em forma de emergências, conflitos e desvalorização do patrimônio.

Condomínios eficientes investem em manutenção preventiva, planejamento de longo prazo, tecnologia e profissionalização da gestão. Isso significa trocar equipamentos antes de falhas críticas, revisar contratos com critérios técnicos, digitalizar processos financeiros e criar rotinas de governança. Esses investimentos aumentam o orçamento no curto prazo, mas reduzem drasticamente despesas emergenciais, desperdícios e riscos jurídicos ao longo do tempo.

A lógica econômica é simples: manutenção preventiva custa menos do que manutenção corretiva. Um vazamento detectado cedo evita uma reforma estrutural; um contrato bem negociado gera economia recorrente por anos; um sistema de controle financeiro reduz a inadimplência e evita chamadas extras. O condomínio que planeja substitui a cultura do improviso por previsibilidade.

Eficiência também é governança. Investir em transparência, comunicação estruturada e prestação de contas clara reduz conflitos, judicialização e desgaste político. Assembleias mais informadas geram decisões mais racionais. Moradores que confiam na gestão participam mais, pagam em dia e apoiam projetos de longo prazo.

Há ainda um fator patrimonial frequentemente ignorado. Condomínios bem cuidados, com infraestrutura atualizada e gestão organizada, preservam e ampliam o valor dos imóveis. Em mercados urbanos competitivos, compradores e locatários já observam não apenas a unidade, mas o funcionamento do condomínio como um todo. Gestão eficiente se transforma, na prática, em valorização imobiliária.

O discurso de “gastar menos” costuma ser popular em assembleias, mas é enganoso quando não vem acompanhado de planejamento. Cortes lineares em manutenção, segurança ou gestão geram economias momentâneas, mas criam passivos ocultos que explodem no futuro.

No universo condominial, o barato raramente sai barato de fato. Eficiência, portanto, não é austeridade cega. É estratégia. É compreender o condomínio como uma organização viva, com ciclo de ativos, riscos legais, fluxo de caixa e impacto social. Investir mais, quando feito com inteligência, é o caminho mais curto para gastar menos no longo prazo.

Por fim, a maturidade do setor condominial passa por essa virada de chave. Condomínios eficientes não são os que cobram menos taxa, mas os que entregam mais valor por cada real investido. Em um país cada vez mais verticalizado, essa diferença deixará de ser um detalhe administrativo para se tornar um fator central de qualidade de vida e de preservação de patrimônio.

*Ricardo Chalfin é CEO e fundador da Wind Capital, empresa especializada em soluções de crédito condominial, que vem transformando o acesso a recursos financeiros no setor imobiliário e condominial, oferecendo crédito ágil, descomplicado e com desembolso em até 24 horas, permitindo que condomínios e fornecedores tenham um fluxo de caixa saudável e impulsionam projetos sustentáveis, obras e despesas operacionais.