domingo, 29 de março de 2026

Quatro dicas para manter o hábito da atividade física e fugir do sedentarismo

Levantamento revela que mais de 60% dos praticantes abandonam a academia nos primeiros meses do ano, elevando o risco do sedentarismo e do surgimento de doenças crônicas

Entre as metas mais populares para o início de ano está a atividade física. No entanto, a motivação aos treinos pode diminuir ao longo dos primeiros meses e provocar a desistência do compromisso.

A manutenção da constância dos treinos exige estratégias como o ajuste de expectativas sobre resultados estéticos e a adoção de treinos mais curtos para evitar que a falta de tempo interrompa o hábito.

O uso de meias de compressão graduada auxilia na continuidade das atividades físicas, pois reduz a fadiga muscular e melhora o retorno venoso para prevenir dores e inchaços nas pernas.

Ajuste de expectativas: o foco no bem-estar diário e treinos mais curtos, de 30 a 45 minutos, evitam a frustração por falta de tempo.

Constância: seguir o cronograma é fundamental. A frequência na atividade é uma das etapas mais importantes para colher resultados positivos em médio e longo prazo.

Resultados além do estético: uma das ilusões mais comuns é a espera por mudanças físicas imediatas. No entanto, é importante notar que outros benefícios surgem mais rápido, como a melhora do sono e da disposição.

Conforto físico e suporte: o surgimento de dores musculares e o desconforto nas pernas são causas frequentes de desistência. O alongamento adequado, orientações corretas para a execução das atividades e o uso da compressão graduada favorecem a recuperação muscular e o melhor desempenho nos exercícios.

O encerramento do primeiro trimestre costuma ser um período de revisão de muitas das promessas feitas na virada do ano. É comum que muitas pessoas se comprometam a realizar mais atividades físicas, cuidar mais da alimentação e guardar dinheiro, por exemplo. Ao longo dos meses seguintes, porém, muitos desses compromissos precisam ser revistos porque não estão sendo cumpridos.


No caso da prática de exercícios físicos, um levantamento da Opinion Box, empresa especializada em pesquisas de mercado e comportamento do consumidor, revela que 63% dos alunos desistem da academia nos primeiros meses do ano. Esse fenômeno de abandono precoce reforça o desafio de transformar o entusiasmo inicial em uma rotina sustentável a longo prazo.


A falta de atividade física gera impactos diretos na saúde pública e atinge cerca de 40% da população adulta brasileira, conforme os dados da Pesquisa Vigitel 2024 e projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde, o sedentarismo é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas como hipertensão, insuficiência venosa e trombose. A atenção deve ser redobrada a partir dos 40 anos, idade em que o metabolismo e o sistema circulatório exigem cuidados específicos. Para quem busca manter o ritmo e evitar os perigos associados à inatividade, existem quatro estratégias essenciais que auxiliam ao longo deste processo:


Saúde vascular fortalecida

Os principais benefícios da atividade física são os reflexos positivos na saúde das pernas. A Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) destaca que o exercício ativa a musculatura da panturrilha, essencial para o retorno venoso e para a prevenção de inchaços.

 

Neste contexto, a recomendação para o uso de compressão graduada ganha relevância. Diferente de uma meia comum, ela exerce uma pressão controlada que auxilia as veias no transporte do sangue de volta ao coração. Para quem luta contra a fadiga nas pernas e busca cumprir o cronograma de exercícios, a terapia de compressão oferece vantagens como redução da fadiga, recuperação acelerada, suporte e conforto ao longo do dia.

 

A SIGVARIS GROUP, referência no tratamento de doenças circulatórias, desenvolve soluções médicas de alta qualidade que unem suporte técnico e bem-estar. O portfólio da marca apresenta modelos com diferentes texturas e cores que se adequam à rotina da prática esportiva.

 

Escute suas Pernas

 

Para conscientizar a sociedade sobre os riscos e a importância de se prevenir doenças venosas, a SIGVARIS GROUP lançou a campanha "Escute Suas Pernas", que visa compartilhar informações de saúde em todos os seus canais. Saiba mais no site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e no perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais.

 

2026 será a era do reconhecimento inteligente: Como a IA identifica comportamentos positivos

 


Por Samir Iásbeck 

O ano de 2026 tem todas as características para ser lembrado como a era do reconhecimento inteligente e de como a inteligência artificial pode identificar e valorizar comportamentos positivos no ambiente de trabalho. Os desafios dos últimos anos mostram que engajamento e produtividade não se sustentam apenas em planos de carreira ou em aumentos salariais pontuais. Eles dependem de reconhecer de forma consistente o que as pessoas fazem no dia a dia e como contribuem para os objetivos coletivos da organização.
 

Os números disponíveis em pesquisas recentes deixam isso claro. De acordo com dados coletados por plataformas especializadas em engajamento e reconhecimento, como a francesa Sociabble, 83,6% dos profissionais afirmam que serem reconhecidos influencia diretamente sua motivação para ter sucesso no trabalho, e 77,9% acreditam que seriam mais produtivos se fossem reconhecidos com mais frequência. Outro dado mostra que 81,9% consideram que o reconhecimento por suas contribuições melhora seu engajamento.
 

Esses números apontam que reconhecimento é mais do que um gesto simbólico: ele está ligado à forma como as pessoas se sentem motivadas a continuar contribuindo de forma positiva para seus times e organizações. Já os relatórios do Achievers Workforce Institute indicam que apenas 23% dos funcionários se sentem realmente reconhecidos por seus gestores de forma adequada e que a maior parte dos profissionais ouve elogios apenas algumas vezes por ano ou menos. Esse dado mostra um problema profundo nas práticas de gestão do reconhecimento e explica por que muitos profissionais acabam ficando desengajados ou procurando outras oportunidades.
 

Estudos que reúnem diversas estatísticas também mostram que empresas com programas eficazes de reconhecimento tendem a ter taxas de rotatividade voluntária significativamente menores e melhores indicadores de desempenho organizacional. Por exemplo, organizações com reconhecimento consistente podem ver uma redução de até 31% na rotatividade voluntária e um impacto positivo na cultura e no desempenho geral das equipes, segundo a consultoria Gallup.
 

Esses achados mostram que reconhecer comportamentos positivos têm um impacto real na experiência dos profissionais e nos resultados das empresas. A inteligência artificial entra nesse cenário como recurso que pode ampliar e sistematizar a capacidade de fazer esse reconhecimento de forma frequente, contextualizada e escalável. Ferramentas com IA podem analisar dados de colaboração, participação em projetos e padrões de contribuição para identificar comportamentos que merecem ser notados e reforçados.
 

Quando bem utilizadas, elas ajudam a eliminar vieses e a trazer consistência ao processo, proporcionando insights que gestores humanos muitas vezes não conseguem perceber sozinhos. Ao integrar IA com práticas de reconhecimento, as organizações conseguem estruturar feedbacks mais rápidos e baseados em evidências, transformar comportamentos desejáveis em métricas observáveis e criar uma cultura de apreciação contínua.
 

Isso não apenas melhora o engajamento das equipes e promove o senso de pertencimento, mas também fortalece a retenção de talentos e a capacidade de inovar em um mercado que valoriza cada vez mais experiência, propósito e colaboração. Se 2025 foi o ano em que muitas empresas começaram a experimentar com IA focada em tarefas operacionais, 2026 promete ser o ano em que essa tecnologia será percebida como uma aliada essencial na gestão de pessoas e na construção de culturas mais humanas e produtivas.
 

No contexto geral, a combinação de dados públicos sobre reconhecimento e as capacidades crescentes da IA indicam que reconhecer comportamentos positivos não é apenas uma prática recomendada, mas um dos principais motores de desempenho e bem-estar no ambiente de trabalho contemporâneo.
 

*Samir Iásbeck, CEO e Fundador do Qranio, plataforma LMS/LXP customizável que tem como objetivo auxiliar empresas na criação de programas de treinamentos personalizados para seus colaboradores e que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais. Seu foco é criar cursos que possibilitem que os funcionários destas organizações tenham acesso às informações na hora e no local que necessitam, por meio de recursos que incentivam o autodesenvolvimento.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Turma do Balão: A nova sensação do humor popular


O blog Papo de Nível apresenta oficialmente a Turma do Balão, um coletivo de personagens caricatos e debochados que chegaram para transformar a sexta-feira em um verdadeiro espetáculo de humor popular. Com estética vibrante, traços exagerados e personalidades únicas, cada integrante da turma traz consigo uma dose de caos e diversão.

Quem são os personagens?

Balão Cachaçeiro: símbolo da farra, sempre com a garrafa na mão e pronto para desaparecer na hora da conta.
Pastel do Tigrinho: malandro de feira, que jura ter comido só um pastelzinho e nunca quer dividir a cerveja.
Pirulita: doce colorida, mas com língua afiada, especialista em fofocas até na hora de pagar.
Cuscuz: misterioso e estiloso, paga só em moedas e demora meia hora para contar.
Ketchup Safado: escorrendo e metido, sempre se oferece para dividir mas some antes da maquininha chegar.

O que esperar da Turma?

A proposta é simples: trazer humor direto do cotidiano, com situações que todo mundo já viveu - da mesa de bar à feira popular. Cada thread publicada no perfil oficial da turma no X, , é uma esquete que mistura texto debochado e artes caricatas, convidando o público a interagir e escolher seus personagens favoritos.

Por que seguir?

A Turma do Balão não é apenas entretenimento: é uma comunidade de humor que cresce a cada semana. Ao acompanhar, você garante boas risadas, participa das enquetes e se torna parte da bagunça.

Prepare-se para sextar com estilo. Siga @papodenivel e entre na roda da Turma do Balão. Porque aqui, toda sexta é dia de treta, gargalhada e muita irreverência.


Papo de Nível: onde o humor popular encontra a criatividade digital.

Outono chegando: prepare bolinho de chuva e aproveite os dias mais frios da estação


Quem nunca associou um dia frio ou chuvoso ao cheiro de bolinho de chuva sendo preparado na cozinha? Esse clássico da culinária brasileira, feito com ingredientes simples e servido quentinho, é uma das receitas que mais despertam memórias afetivas. Não por acaso, de acordo com Ranking divulgado pelo Google, ele aparece entre as receitas mais buscadas pelos brasileiros na internet.

 
Para o chef de gastronomia da Prática, Rafael Fraga, a popularidade do bolinho de chuva está justamente na combinação entre tradição e praticidade. “É uma receita simples, com ingredientes básicos como farinha, ovos, leite e açúcar, mas que exige alguns cuidados para alcançar a textura ideal. A massa precisa ficar mais pastosa do que líquida, e a fritura deve acontecer entre 160 °C e 180 °C para garantir bolinhos dourados por fora e macios por dentro”, explica.
E para quem quer reproduzir essa experiência, o preparo é mais simples do que parece.
Receita de bolinho de chuva
 
• 500 g de farinha de trigo
• 1 xícara de açúcar
• 15 g de fermento químico em pó
• 200 ml de leite

• 2 ovos 

Misture os ovos, o leite e o açúcar à farinha até obter uma massa pastosa.

Com uma colher, coloque pequenas porções da massa em óleo quente, entre 160 °C e 180 °C

 Quando os bolinhos estiverem dourados, retire, escorra e passe no açúcar com canela.

Além do preparo simples, o bolinho de chuva também se destaca pela versatilidade. Ele pode ser servido em diferentes ocasiões, como no café da manhã ou da tarde, e até ganhar versões personalizadas com ingredientes como banana, chocolate ou especiarias.
 
“O diferencial do bolinho de chuva está em como ele é feito. Quando bem preparado, ele fica leve, aromático e com uma textura que faz toda a diferença, e é isso que transforma uma receita simples em algo tão especial”, finaliza o chef.
 
A Prática, fundada em 1991, oferece o que há de mais moderno em fornos profissionais, ultracongeladores e máquinas de panificação. Com mais de 800 colaboradores, sendo 55 deles em P&D, a Prática é líder no segmento de equipamentos para o preparo de alimentos no Brasil e atua em mais de 60 países.
 
Ajudar seus clientes a prepararem comida de qualidade sem desperdícios é o propósito da Prática. Entendemos a importância do nosso papel na cadeia que se inicia nos campos e lavouras até a oferta de alimentos preparados para as pessoas.

Ingredientes
Modo de preparo
Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/
 
Sobre a Prática

Mais do que equipamentos, a Prática oferece soluções integradas e uma rede de suporte pré e pós-venda que permite a seus clientes realmente aprimorar suas operações. Por meio dos seus chefs e nutricionistas, a Prática apoia a implementação de processos de melhoria na qualidade e combate ao desperdício

Entenda porque condomínios eficientes gastam menos, mesmo investindo mais


 *Por Ricardo Chalfin

Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos. Essa aparente contradição revela uma mudança de mentalidade que o setor precisa amadurecer: eficiência não é sinônimo de cortar custos, mas de alocar recursos com inteligência.

Durante décadas, a lógica predominante foi a da economia imediata. Reduzir contratos, postergar manutenções, adiar investimentos. O problema é que condomínios são estruturas complexas, com ativos físicos, pessoas, obrigações legais e impactos patrimoniais. Quando a gestão se orienta apenas por contenção de despesas, ela cria passivos invisíveis que aparecem mais tarde em forma de emergências, conflitos e desvalorização do patrimônio.

Condomínios eficientes investem em manutenção preventiva, planejamento de longo prazo, tecnologia e profissionalização da gestão. Isso significa trocar equipamentos antes de falhas críticas, revisar contratos com critérios técnicos, digitalizar processos financeiros e criar rotinas de governança. Esses investimentos aumentam o orçamento no curto prazo, mas reduzem drasticamente despesas emergenciais, desperdícios e riscos jurídicos ao longo do tempo.

A lógica econômica é simples: manutenção preventiva custa menos do que manutenção corretiva. Um vazamento detectado cedo evita uma reforma estrutural; um contrato bem negociado gera economia recorrente por anos; um sistema de controle financeiro reduz a inadimplência e evita chamadas extras. O condomínio que planeja substitui a cultura do improviso por previsibilidade.

Eficiência também é governança. Investir em transparência, comunicação estruturada e prestação de contas clara reduz conflitos, judicialização e desgaste político. Assembleias mais informadas geram decisões mais racionais. Moradores que confiam na gestão participam mais, pagam em dia e apoiam projetos de longo prazo.

Há ainda um fator patrimonial frequentemente ignorado. Condomínios bem cuidados, com infraestrutura atualizada e gestão organizada, preservam e ampliam o valor dos imóveis. Em mercados urbanos competitivos, compradores e locatários já observam não apenas a unidade, mas o funcionamento do condomínio como um todo. Gestão eficiente se transforma, na prática, em valorização imobiliária.

O discurso de “gastar menos” costuma ser popular em assembleias, mas é enganoso quando não vem acompanhado de planejamento. Cortes lineares em manutenção, segurança ou gestão geram economias momentâneas, mas criam passivos ocultos que explodem no futuro.

No universo condominial, o barato raramente sai barato de fato. Eficiência, portanto, não é austeridade cega. É estratégia. É compreender o condomínio como uma organização viva, com ciclo de ativos, riscos legais, fluxo de caixa e impacto social. Investir mais, quando feito com inteligência, é o caminho mais curto para gastar menos no longo prazo.

Por fim, a maturidade do setor condominial passa por essa virada de chave. Condomínios eficientes não são os que cobram menos taxa, mas os que entregam mais valor por cada real investido. Em um país cada vez mais verticalizado, essa diferença deixará de ser um detalhe administrativo para se tornar um fator central de qualidade de vida e de preservação de patrimônio.

*Ricardo Chalfin é CEO e fundador da Wind Capital, empresa especializada em soluções de crédito condominial, que vem transformando o acesso a recursos financeiros no setor imobiliário e condominial, oferecendo crédito ágil, descomplicado e com desembolso em até 24 horas, permitindo que condomínios e fornecedores tenham um fluxo de caixa saudável e impulsionam projetos sustentáveis, obras e despesas operacionais.

Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28)

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa no próximo sábado, 28 de março, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, a mobilização prioriza crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, grupos mais suscetíveis a formas graves da doença. O Dia D será realizado na mesma data, e a campanha segue até 30 de maio, com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação
 

Até agora, o Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a influenza. A orientação é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários. Na Região Norte, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.
 

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Para se vacinar, basta fazer parte do público recomendado e procurar a unidade de saúde mais próxima antes do período de maior circulação do vírus.
 

PÚBLICO-ALVO — A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
 

Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários. Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
 

No caso da população indígena a partir de 6 meses de idade, seguem as mesmas orientações de faixa etária e histórico vacinal. Crianças e pessoas com comorbidades até 8 anos que ainda não foram vacinadas também devem receber duas doses.
 

A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, o Ministério da Saúde disponibiliza vacinas atualizadas, reforçando a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
 

A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.
 

CENÁRIO — Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
 

Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Dor de cabeça repetitiva pode esconder problemas oftalmológicos


A dor de cabeça recorrente já faz parte da realidade de muitos brasileiros e, em meio à rotina intensa, costuma ser ignorada ou tratada apenas com analgésicos. O que pouca gente considera é que esse desconforto pode ter relação direta com alterações na visão. Em um cenário marcado por longas horas diante de telas e exigência constante de foco, cresce o número de pessoas que convivem com sintomas persistentes sem investigar a origem de forma adequada.

De acordo com o Dr. Leopoldo Ribeiro, oftalmologista do H.Olhos, alguns sinais ajudam a diferenciar quando o incômodo pode estar associado ao sistema visual. “Quadros que surgem após leitura prolongada, uso contínuo de dispositivos eletrônicos ou atividades que exigem concentração são indícios importantes. O paciente também pode relatar sensação de peso ao redor dos olhos ou dificuldade para manter a nitidez ao longo do dia”, explica.
 

Entre os fatores mais comuns estão os erros refrativos não corrigidos, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que exigem esforço constante para compensação. “Quando a pessoa não enxerga com clareza, há uma tentativa involuntária de ajustar o foco, o que gera sobrecarga. Esse processo contínuo pode desencadear desconforto na região da testa ou nas têmporas”, afirma o especialista.
 

Outro ponto relevante envolve a capacidade de acomodação, especialmente em adultos que passam muitas horas em frente a telas. “O uso prolongado de celulares e computadores reduz a frequência do piscar e exige adaptação constante da musculatura ocular. Isso pode provocar fadiga, sensação de ardência e, em muitos casos, dor associada ao esforço visual”, destaca o médico.
 

Alterações no alinhamento ocular também podem estar por trás desses quadros. “Quando os olhos não trabalham de forma coordenada, o cérebro precisa fazer um esforço adicional para unir as imagens. Essa sobrecarga pode se manifestar com desconforto, tontura ou até dificuldade de concentração em tarefas simples”, pontua.
 

Fatores externos contribuem para agravar a situação. Ambientes com iluminação inadequada, contraste excessivo de brilho e postura incorreta durante atividades visuais intensificam os sintomas ao longo do dia. “Pequenos ajustes no ambiente de trabalho já fazem diferença significativa na rotina, reduzindo a sobrecarga e melhorando o desempenho visual”, orienta o oftalmologista.
 

Apesar da relação frequente, o especialista reforça que nem todo quadro está ligado à visão, o que torna a avaliação clínica ainda mais importante. “A investigação deve ser individualizada. Observar quando o sintoma aparece, sua duração e intensidade ajuda a direcionar o diagnóstico e evita tratamentos inadequados”, ressalta.
 

A principal recomendação é não negligenciar sinais persistentes e incluir o check-up oftalmológico na rotina de cuidados com a saúde. “Mesmo na ausência de queixas evidentes, consultas periódicas permitem identificar alterações precocemente. Cuidar da saúde ocular vai além de enxergar bem, é uma forma de preservar qualidade de vida e bem-estar”, conclui o Dr. Leopoldo Ribeiro.