quinta-feira, 23 de abril de 2026

Rio joga até R$ 720 milhões por ano no lixo


A cidade do Rio de Janeiro descarta, literalmente, centenas de milhões de reais por ano junto com o lixo. Apesar de gerar cerca de 3,4 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) anualmente, menos de 1% desse volume é reciclado.

O dado faz parte de um levantamento conduzido pelo Mestrado em Ciências do Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida (UVA), com base nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA 2025, ano-base 2024).

 

De acordo com a análise, mesmo avanços modestos na recuperação de resíduos já teriam impacto significativo. Se apenas 10% dos materiais fossem reaproveitados, seria possível movimentar entre R$ 75 milhões e R$ 145 milhões por ano.
 

Em um cenário mais avançado, com 50% de aproveitamento, esse valor poderia chegar a até R$ 720 milhões anuais, considerando recicláveis secos (plásticos, papéis, metais e vidro) e a fração orgânica, destinada à compostagem ou geração de energia.
 

Hoje, no entanto, cerca de 3,36 milhões de toneladas por ano no município do Rio permanecem fora de qualquer cadeia estruturada de valorização, sendo encaminhadas majoritariamente para aterros sanitários.
 

“O Brasil construiu um sistema de coleta relativamente robusto, com alta cobertura. O problema é que essa eficiência não se estende às etapas seguintes. Coletamos bem, mas reaproveitamos muito pouco”, afirma Carlos Eduardo Canejo, professor da UVA e pesquisador responsável pelo levantamento.
 

Segundo dados do SINISA, 92,6% da população brasileira é atendida por serviços regulares de coleta, índice que chega a 98% nas áreas urbanas. Ainda assim, cerca de 16,1 milhões de pessoas permanecem sem acesso a esse serviço, especialmente em regiões mais vulneráveis.
 

O maior gargalo, contudo, está nas etapas intermediárias da cadeia. A coleta seletiva atende apenas 40,6% da população e está presente em menos de um terço dos municípios brasileiros (29,2%). Mais crítico ainda é o desempenho: apenas 4,2% da massa total de resíduos domiciliares é efetivamente coletada de forma segregada.
 

“Existe uma diferença clara entre cobertura e eficiência. A coleta seletiva, na prática, ainda não opera com escala nem integração suficientes para alterar o destino final dos resíduos. Isso faz com que materiais com alto potencial de reaproveitamento continuem sendo tratados como rejeitos”, explica Canejo.
 

No Estado do Rio de Janeiro, o padrão nacional se repete. Enquanto municípios apresentam alta cobertura de coleta, a recuperação efetiva de resíduos permanece baixa ou inexistente. Na capital, menos de 34 mil toneladas por ano são recuperadas, diante de um universo superior a 3,4 milhões de toneladas geradas.
 

“Independentemente da escala do município, o resultado é praticamente o mesmo: quase 100% dos resíduos acabam em aterros. Isso revela uma falha sistêmica, não apenas pontual”, destaca o docente.
 

A análise também aponta que a fragmentação da infraestrutura de gestão de resíduos no país compromete a eficiência do sistema. O Brasil conta com cerca de 5.860 unidades de processamento, incluindo aproximadamente 700 aterros sanitários, 252 aterros controlados e 1.509 lixões ainda ativos, além de unidades de triagem e compostagem distribuídas de forma desigual.

Educação e Qualificação em Tamoios: Marco Figueiredo cobra entrega da obra de Centro Tecnológico


Em visita técnica ao distrito de Tamoios, em Cabo Frio, a liderança política Marco Figueiredo destacou o atraso da obra do prédio destinado à instalação de uma unidade que deveria ser referência em educação e qualificação profissional na Região dos Lagos. Com o peso de cinco mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa (ALERJ), Figueiredo reafirmou que a retomada de projetos educacionais, como a integração com a estrutura da Faetec, é uma prioridade absoluta em sua agenda de compromissos com o interior do estado.

Promessa Não Cumprida: 63 Meses de Omissão

O foco da denúncia é o projeto do Centro Tecnológico de Tamoios. As obras de prospecção do terreno tiveram início em janeiro de 2021, mas o que deveria ser um polo de inovação tornou-se um monumento ao descaso. A placa oficial da obra indicava um prazo de conclusão de 57 meses, no entanto, o cronograma já atingiu a marca de 63 meses sem que a estrutura esteja perto de ser entregue à população.

“Educação transforma, abre portas e gera oportunidades. Não podemos aceitar que um espaço com tanto potencial esteja parado. Lutarei incansavelmente para que o ensino de qualidade para nossa juventude e trabalhadores de Tamoios se torne realidade”, afirmou Figueiredo.

A morosidade da obras em Tamoios ganha contornos ainda mais graves quando analisada sob a ótica do escândalo que abalou o Estado do Rio de Janeiro e culminou na cassação do governador. O esquema, que envolveu o uso da Fundação Ceperj para a criação de uma "folha de pagamento secreta" com saques de mais de R$ 220 milhões em dinheiro vivo, drenou recursos que deveriam ter sido aplicados em projetos como este centro tecnológico.

Experiência e Legado na Educação

Ao longo de sua trajetória parlamentar, Marco Figueiredo sempre se destacou por iniciativas voltadas à educação e à inclusão social. Foi autor de projetos que incentivaram a qualificação profissional e a criação de programas voltados para a juventude, consolidando sua atuação em comissões da ALERJ onde defendeu políticas públicas que aproximassem o ensino técnico das demandas reais do mercado de trabalho.

A defesa da retomada das obras em Tamoios reforça sua identidade como uma das maiores lideranças estaduais comprometidas com o futuro da Região dos Lagos, colocando a transparência na gestão pública e a educação como eixos centrais de transformação social. Veja a denúncia no vídeo abaixo publicada nas redes sociais de Marco Figueiredo.


Mofo e umidade: como prevenir problemas comuns no outono dentro de casa


Com a chegada do outono, é comum que as temperaturas mais amenas e o aumento da umidade criem o ambiente ideal para o surgimento de mofo dentro de casa. O problema, além de comprometer móveis, roupas e paredes, também pode afetar a saúde, principalmente de pessoas com alergias e problemas respiratórios.

Ambientes fechados, pouca circulação de ar e acúmulo de umidade são fatores que contribuem diretamente para a proliferação de fungos. Por isso, adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para manter a casa protegida durante a estação. Confira algumas dicas práticas que a Multicoisas, rede de franquias de itens para o dia a dia, separou para evitar mofo e umidade no dia a dia:

1. Mantenha os ambientes ventilados sempre que possível

Mesmo em dias mais frios, é importante abrir portas e janelas por alguns minutos para permitir a circulação de ar. Esse hábito ajuda a reduzir a umidade acumulada e dificulta o aparecimento de mofo.

2. Evite o acúmulo de umidade em armários e gavetas

Roupas guardadas ainda úmidas ou espaços muito fechados favorecem o surgimento de odores e manchas. Utilizar organizadores que permitam melhor distribuição dos itens e evitar o excesso de peças ajudam a manter a ventilação interna.

3. Utilize soluções que ajudam a controlar a umidade

Itens como desumidificadores e produtos antimofo são aliados importantes, especialmente em locais mais críticos, como guarda-roupas, despensas e armários de cozinha. Eles ajudam a absorver a umidade do ambiente e prolongam a conservação de roupas e objetos.

4. Atenção a paredes e áreas com infiltração

Manchas escuras, bolhas na pintura ou cheiro persistente de mofo podem indicar infiltrações. Nesses casos, é importante agir rapidamente, utilizando produtos de vedação e impermeabilização para evitar que o problema se agrave.

5. Evite encostar móveis diretamente na parede

Deixar um pequeno espaço entre móveis e paredes facilita a circulação de ar e reduz a chance de acúmulo de umidade, especialmente em ambientes mais frios ou com pouca ventilação.

6. Cuide da limpeza regularmente

A higienização frequente de superfícies, principalmente em áreas mais úmidas, ajuda a evitar a proliferação de fungos. Produtos específicos para limpeza e manutenção contribuem para manter o ambiente mais seguro e saudável.

Prevenir o mofo é mais simples do que lidar com suas consequências. Pequenas mudanças na rotina ajudam a proteger a casa, preservar móveis e roupas e garantir mais conforto durante o outono.

A Multicoisas oferece soluções práticas para o controle da umidade e manutenção dos ambientes, com itens que auxiliam na organização, vedação e conservação dos espaços, contribuindo para uma casa mais saudável e funcional ao longo da estação.

Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.

 

A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2

 

DPOC é subdiagnosticada

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6

 

Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3

 

Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3

 

“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.

 

Mais sobre o tratamento

O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8

 

“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.

 

Sobre a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3

 

Sobre o estudo MATINEE

O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2

 

O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2

 

Sobre Nucala (mepolizumabe)

Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

 

Sobre a GSK

A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

 

Referências

  1. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
  1. Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
  1. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  1. Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
  1. Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
  1. Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
  1. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Contagem regressiva de empresas para a implementação obrigatória da NR-1


Com a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) entrando em vigor em maio de 2026, as empresas brasileiras têm pouco mais de um mês para se adequar às novas exigências que incluem, pela primeira vez, a obrigatoriedade de mapear, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Esta atualização representa um marco histórico na saúde e segurança ocupacional, dando atenção a fatores como estresse, assédio e sobrecarga aos riscos físicos, químicos e biológicos já estabelecidos.

 A inclusão dos riscos psicossociais na NR-1 reflete uma crescente preocupação com a saúde mental dos trabalhadores, impulsionada por dados preocupantes. Em 2025, de acordo com o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou 546.254 afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 15,6% em relação ao ano anterior, com ansiedade e depressão sendo as principais causas. Os custos associados a esses afastamentos também são significativos, ultrapassando R$30 bilhões em 2024.

 

Diante deste cenário, 3 especialistas de companhias referência em saúde e segurança do trabalho alertam para a urgência de implementação de consciência, medidas e estratégias.

 

1 - Comece imediatamente e paralelize etapas


"Se sua empresa ainda não iniciou, cada dia conta. O processo de contratação em grandes organizações costuma passar por suprimentos, jurídico e segurança da informação. Normalmente, essas etapas acontecem em sequência. No cenário atual, isso é um luxo que você não tem. Converse com as áreas envolvidas sobre a urgência regulatória e busque paralelizar o que for possível. Assessment de segurança da informação pode rodar enquanto o jurídico analisa a minuta. Suprimentos podem acelerar a homologação se entender que é uma demanda de compliance. E não menospreze a etapa de segurança da informação e privacidade. Mapeamento de riscos psicossociais envolve dados sensíveis de saúde, e a LGPD se aplica integralmente. Não é qualquer parceiro que tem estrutura para proteger esses dados com a seriedade que o tema exige”, explica Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas.

 

2 - Saiba traduzir as exigências em ações concretas 


“O ano de 2026 marca um ponto de virada importante para a NR-1. A norma amplia o olhar sobre os riscos psicossociais e exige que as organizações atuem de forma mais estruturada e preventiva. Criamos um evento pensado para traduzir essas exigências em ações concretas, com linguagem acessível e foco na prática. Essa vai ser uma habilidade essencial para os gestores: saber como transformar a norma em ações concretas no ambiente de trabalho”, explica Ricardo Mattos, CEO da Vetor Editora, empresa do grupo Giunti Psychometrics.

 

3 - Utilize benefícios corporativos e dados estratégicos como aliados


"A integração de benefícios corporativos às estratégias de saúde e segurança do trabalho surge como caminho prático e eficaz para atender às exigências regulatórias e, ao mesmo tempo, reduzir impactos como absenteísmo, afastamentos e queda de produtividade. Além disso, relatórios gerados pelos programas corporativos podem apoiar a gestão e a prevenção de riscos psicossociais, permitindo às áreas de RH e saúde ocupacional acompanhar padrões de uso de medicamentos relacionados à saúde mental, identificar tendências e embasar ajustes no Programa de Gerenciamento de Riscos. O cuidado vai além do aspecto emocional e passa por acesso, organização do tratamento e acompanhamento ao longo do tempo”, explica Juliana Camargo, diretora de Gente & Cultura da Funcional, pioneira e líder no desenvolvimento de tecnologias para programas de suporte a pacientes no Brasil.

Energia Legal da ENEL remove quase 200 furtos e fraudes em Maricá


O projeto Energia Legal, realizado pela Enel Distribuição Rio em Maricá, identificou 196 unidades consumidoras com irregularidades na medição de energia. Do total das inspeções executadas, 160 ocorreram em residências e 36, em estabelecimentos comerciais da cidade.

Durante a última semana, a Enel também ofereceu serviços aos clientes, como atendimento móvel, a Nave Enel, a Carreta Educacional, o Estande do Consumo Consciente, a troca de geladeiras e a substituições de lâmpadas por modelos LED.

Com a intenção de combater irregularidades e furtos, o projeto, que está em sua 92ª edição, já identificou 32,1 mil furtos e fraudes de energia nas 29 cidades por onde passou desde o fim de novembro de 2019. Em 2026, 86% dos furtos e fraudes de energia foram identificados em residências e 14% em comércios.

Fazer ligações irregulares é crime com pena prevista de um a oito anos de detenção, além da previsão de pagar o valor total do consumo correspondente ao período em que ocorreu a irregularidade. Essa conduta contribui para a queda na qualidade do serviço prestado e prejudica todos os consumidores da concessionária com maior número de interrupções, dificultando, por vezes, o retorno da energia elétrica.

Conforme estimativa da distribuidora, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em 5%.

Quem adota a prática popularmente conhecida como “gato”, além de cometer um crime, coloca a própria vida e a segurança da população em risco. Pessoas não habilitadas, que tentam manipular o medidor de energia ou fazer ligação direta na rede, podem sofrer choque elétrico e acidentes graves, até mesmo fatais. Para denunciar o furto de energia, basta acessar o aplicativo Enel Rio ou ligar para a Central de Relacionamento pelo 0800 280 0120. Não é necessário se identificar.

Atendimento Móvel, Consumo Consciente, Nave Enel e Carreta Educacional

Durante a iniciativa, os moradores de Maricá tiveram acesso a diversas ações da Enel Rio por meio de estruturas de atendimento, que ficaram localizadas em pontos da cidade. No atendimento móvel, os clientes puderam solicitar serviços como a segunda via de conta, troca de titularidade, pedido de ligação nova e parcelamento de dívida, entre outros.

Ao longo da ação, a Enel Rio também ofereceu dicas de segurança e de consumo consciente de energia a 398 pessoas, por meio de palestras educativas, realizou a substituição de 40 geladeiras e de 291 lâmpadas por outras do modelo LED, mais eficientes e econômicas. Nesta edição, 28 clientes realizaram o parcelamento de suas contas.

Além disso, a distribuidora forneceu informações e atendimentos para o cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica (Baixa Renda), programa do Governo Federal que concede descontos na conta de energia de até 65% em relação à tarifa residencial convencional.

Sobre a Enel Distribuição Rio 

A Enel Distribuição Rio atende 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, abrangendo 73% do território estadual, com cobertura de uma área de 32.188 km². A Região Metropolitana de Niterói e São Gonçalo e os municípios de Itaboraí e Magé representam a maior concentração do total de 3 milhões de clientes atendidos pela companhia.

Antes e depois do nascimento: como preparar, guardar e conservar as roupas do bebê sem riscos à saúde


Um dos momentos mais especiais da gestação é a preparação do enxoval do bebê. Essa fase, repleta de expectativas por parte dos pais, exige organização e cuidados especiais para a chegada do pequeno, e algumas medidas que ajudam a preservar a saúde da criança após o nascimento. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, dá dicas sobre como preparar e armazenar corretamente este tipo de peça antes e depois do nascimento do bebê.

Cuidados necessários antes do nascimento

Após a compra das peças que estarão em contato com a pele do bebê, como as roupinhas, meias, toalhas, cobertores e paninhos de boca, é fundamental realizar a higienização correta dos itens. Como o recém-nascido possui a pele e o sistema respiratório muito sensíveis, é importante evitar produtos químicos com cheiro forte, como água sanitária ou amaciante, para não causar alergias. Além da higienização, outra orientação importante é cortar as etiquetas, que podem causar coceira ou desconforto nas crianças, devido ao tamanho e ao material. No caso de brinquedos e bichinhos de pelúcia, os mesmos cuidados também são necessários para evitar ácaros e fungos, que são prejudiciais à saúde.

Depois do nascimento

Após a chegada do bebê, as roupas devem ser lavadas separadamente das peças dos adultos, semanalmente ou sempre que necessário. Além disso, os produtos utilizados devem ser suaves, próprios para o público infantil. No caso de manchas difíceis de tirar, a orientação é enviar os itens para uma lavanderia especializada, que é treinada para a remoção de diversos tipos de sujidades. Itens como kit berço, colchão e até o sofá podem ser higienizados quinzenalmente por empresas especializadas. A rede francesa, por exemplo, conta com um serviço chamado 5àsec em Casa, que conta com equipamento profissional que realiza o processo de limpeza e higienização de estofados e colchões fazendo o uso de água ozonizada, que tem ação sanitizante potencializada pela aplicação da tecnologia Nano UV, promovendo uma proteção bactericida e germicida.

Além disso, as roupas adquiridas no enxoval ou presenteadas por amigos e familiares no chá de bebê são, muitas vezes, maiores que o tamanho atual da criança e podem ser utilizadas futuramente. Por isso, não é necessário higienizar todos de uma só vez. O ideal é armazenar as peças corretamente, separadas daquelas que estão em uso, em sacos de TNT e em ambientes secos e arejados, que ajudam a proteger o tecido de poeira e outras sujidades. Quando chegar o momento de utilizá-las, basta realizar a higienização adequada antes do uso.

Depois da fase de recém-nascido

Quando o bebê já pode sair de casa, uma dúvida recorrente é sobre a limpeza dos estofados que compõem o bebê conforto, da cadeirinha para o carro e do carrinho de passeio. Alguns deles são removíveis e podem ser lavados mensalmente para evitar o acúmulo de poeira e sujeira do dia a dia.

Já no caso daqueles que não podem ser retirados ou dos colchões, principalmente quando a criança está em época de desfralde, é possível contratar uma lavanderia especializada que realiza o serviço de limpeza de estofados e colchões, para que o item permaneça sempre limpo e seguros para o uso.

“Além da parte estética, a higienização e o armazenamento corretos do enxoval do bebê são fundamentais para a saúde dos pequenos. Os bebês são mais sensíveis durante os primeiros meses de vida, por isso, tudo deve ser pensado com carinho e atenção para garantir conforto e segurança. Quem tem dúvidas sobre a forma correta, pode recorrer a lavanderias especializadas, que contam com processos profissionais que auxiliam na limpeza de diversos itens”, afirma Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec.